Aprígio se une a Frente Nacional de Prefeitos para comprar vacina contra Covid
05/03/2021 | Mariana Félix
O prefeito de Taboão da Serra José Aprígio disse que está empenhado em garantir que a cidade compre vacinas para imunizar a população. Ele contou que Taboão aderiu ao consórcio de municípios para compra de vacinas, criado pela Frente Nacional de Prefeitos.
O secretário de governo, jornalista Mário de Freitas detalhou o plano explicando que várias ações já estão em andamento. Ele disse que a cidade fara
“Entramos em contato com a Frente Nacional de Prefeitos, na terça-feira teremos votação de projeto de lei na Câmara e no dia 25 o prefeito Aprígio vai participar do encontro de prefeitos para definir como deverá ser feita a compra das vacinas”, disse o secretário que é um dos idealizadores do Comitê de Combate ao Covid instalado na cidade.
Mário de Freitas frisou que o objetivo do governo é economizar R$ 2 milhões mensais, graças a estratégia usada para criar novos leitos, e utilizar o dinheiro economizado na compra de vacina.
A compra de vacinas pelos estados e municípios é frequentemente defendida por parlamentares e pela população. Os vereadores de Taboão deixaram claro na última sessão interesse de acelerar a vacinação e ampliar os públicos alvos. Moradores e lideranças de Taboão com frequência utilizam suas redes sociais para pedir mais vacinas. A decisão do prefeito de se aliar a outras cidades para realizar a compra é acertada.
Na coletiva Aprígio sinalizou que pretende pedir ajuda a todos os que puderem para doar recursos e ajudar a comprar vacina. Ele disse que vai doar dinheiro do próprio salário.
As administrações municipais podem assinar o termo de intenção do consórcio até sexta-feira (5). A previsão é que a associação seja efetivamente instalada até o dia 22 de março. Deve ser ainda elaborado um modelo de projeto de lei para ser enviado às câmaras municipais para que as cidades participem das compras.
A ideia é que as prefeituras possam comprar as vacinas caso o Plano Nacional de Imunização (PNI), coordenado pelo Ministério da Saúde, não seja capaz de suprir toda a demanda.
“O consórcio não é para comprar imediatamente, mas para termos segurança jurídica no caso de o PNI não dar conta de suprir toda a população. Nesse caso, os prefeitos já teriam alternativa para isso”, explicou o presidente da FNP, Jonas Donizette, durante a reunião de lançamento da iniciativa.
Estão sendo avaliadas formas de financiar a aquisição dos imunizantes. Há três possibilidades principais: recursos do governo federal; financiamento por organismos internacionais e doações de investidores privados brasileiros.
• Com informações da Agência Brasil