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Polícia Civil prende acusado de matar a ex-esposa com tiro em Itapecerica da Serra

Por Direto da Redação do Jornal na Net | 20/08/2014

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DivulgaçãoAcusado de matar a esposa foi preso no Centro de São Paulo 

A Polícia Civil prendeu Joel Gomes, morador do Jardim Sampaio, acusado de ter matado com tiro na cabeça a ex-esposa na Estrada do Ita/Rua Djalma Pinto Ribeiro, em Itapecerica da Serra em junho deste ano – relembre aqui. De acordo com o chefe dos investigadores Geraldo Pereira Matos, a motivação do crime seria ciúmes e o acusado estava foragido desde a data do homicídio.

Em operação policial com base em conversas rastreadas do celular da filha do casal, o acusado foi preso na Estação da Luz, no Centro de São Paulo. Joel Gomes confessou a autoria do crime alegando que a esposa não queria reatar o relacionamento e não aceitava o trabalho dele e as condições dela parar de trabalhar.

O acusado praticava roubos de celulares nas estações de metro e depois vendia os aparelhos. De acordo com o acusado ele tirava 7 mil por mês afirmando ter uma boa renda para manter a casa e a família. Além da ex-esposa, Joel ameaçava que iria matar os dois filhos uma mulher já casada e outro um adolescente de 14 anos.

As ameaças partiam das suspeitas de Joel que acreditava que os filhos sabiam de um possível relacionamento extraconjugal de Teresa. As informações sobre uma traição por parte da mulher foram desmentidas por testemunhas e pelos filhos.

Fugitivo desde junho foi morar em algumas regiões como Minas Gerais e em hotéis no Centro de São Paulo, em cada local passou 15 dias para despistar as investigações policiais. Joel já era foragido da Polícia de Franco da Rocha, onde cumpria pena por usar documentos falsos.

O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Itapecerica da Serra, a ocorrência teve participação do Delegado Vitor Santos de Jesus. O acusado foi preso e conduzido para o Centro de Detenção Provisória de Franco da Rocha, onde vai cumprir a pena anterior.

“Por esse homicídio com os agravantes é possível que ele pegue no mínimo 20 anos de prisão. Solucionamos um crime que agora traz tranquilidade para família que sofria com ameaças de morte”, afirma o chefe dos investigadores.

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