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Construção da sede própria da Câmara de Taboão está na reta final

Por Sandra Pereira | 1/08/2014

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DivulgaçãoEduardo Nóbrega, presidente da Câmara visitou a nova sede em Taboão da Serra 

Em poucos meses a Câmara Municipal de Taboão da Serra vai funcionar em casa própria e nova. A obra está em fase final de acabamento. O prédio tem amplas instalações,  está divido em duas alas e vai oferecer mais conforto aos munícipes, vereadores e servidores. São 14 gabinetes com 46m², plenário com mezanino num prédio, e no outro três andares destinados a parte administrativa da Casa. Os dois prédios se fundem num só ao centro por onde vai se dar o acesso da população a nova sede do Legislativo. A obra vai custar pouco mais de R$ 4 milhões e permitir a economia mensal de R$ 40 mil.

“O prédio é um marco da reconstrução do poder Legislativo na cidade. Quando paro para pensar nesse prédio não tem como deixar de lembrar o período em que assumimos a Câmara, quando o poder Legislativo estava combalido após a prisão de quatro vereadores. Esse prédio representa essa nova fase do Legislativo”, afirma o presidente da Câmara Eduardo Nóbrega.

Eduardo Nóbrega visitou a obra junto com a imprensa regional nesta quinta-feira, 31. Ele percorreu todos os ambientes, explicou onde funcionará cada setor da Casa e falou sobre os planos e perspectivas para a sede do Legislativo. Avaliou que a conquista é histórica para a cidade e lembrou que a Casa vai economizar R$ 40 mil ao mês com o pagamento de aluguel.

“A inauguração vai ser um dia emocionante. Estou muito empolgado com o que estou vendo. Há 10 meses era apenas um sonho. Acredito que esse prédio representa o que essa legislatura fez em menos de dois anos”, citou.

Para o presidente o novo prédio da Câmara vai inaugurar uma nova fase em Taboão da Serra no que se refere o padrão de construções da cidade. Ele defende que a população, que paga os impostos, tem que ser bem recebida quando procura um Poder.

“Talvez seja um pouco de pretensão. Mas na minha ótica Taboão da Serra não pode mais fazer puxadinho em órgão público. A cidade não pode mais fazer escola com duas salas. Daqui pra frente às construções terão que ter o padrão do nível de uma cidade que arrecada R$ 700 mil ao ano”, prevê. 

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