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Érica diz que expulsão do PDT impede acusação por infidelidade partidária

Por Sandra Pereira | 14/07/2014

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Assessoria de Imprensa Vereadora garante ter sido vítima de armação e pede que PDT investigue quem a expulsou do partido

Após sofrer um processo de expulsão pra lá de misterioso do PDT e ingressar no PSDB a vereadora de Taboão da Serra Érica Franquini está inconformada com os dirigentes estaduais da sigla que presidiu por poucos meses antes de ser expulsa. Cercada por documentos e certidões que atestam a sua expulsão do partido em 15 de janeiro deste ano Érica Franquini diz estar decepcionada com o PDT e garante ser vítima de uma armação. A vereadora acredita que os documentos impedem a perda da sua cadeira na Câmara por infidelidade partidária e garante estar muito bem no PSDB.

“Tenho todos os documentos que comprovam que eu fui sim expulsa. Consegui a certidão do TRE e do TSE que mostram que eu não fazia mais parte do PDT. Podem até tentar me prejudicar e tirar a minha cadeira, mas estou tranquila. Não fiz nada de errado e os documentos comprovam isso”, afirma a vereadora.

Mesmo filiada ao PSDB Érica Franquini foi lançada candidata a deputada federal pelo PDT no sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Foi o partido que fez o registro dela. A vereadora revela não ter mais interesse na eleição ou no PDT e antecipa estar focada na reeleição para a câmara.
“O PDT está brincando comigo. Não teria mais jeito de ficar no partido. Eles me expulsaram sem motivo e agora me acusam de uma armação. Não fiz nada. Minha intenção era erguer o PDT. Fiz as prestações de contas, a convenção e tudo. Me senti traída quando descobri a expulsão e agora estou no PSDB onde vou ficar”, desabafa a vereadora.

Como todos na cidade Érica também não entende os motivos que levaram à sua expulsão. Ela conta que desde o começo do ano tentava obter a senha de acesso ao sistema web que faz a administração dos filiados do partido. A vereadora comprova a afirmação apresentando os e-mails que trocou com os dirigentes nacionais e estaduais do PDT. Ela acredita que não conseguia a senha de acesso ao sistema por que já estava expulsa.

“Tentei muitas vezes ter a senha de acesso e sempre me davam uma desculpa. Agora acredito que isso acontecia porque eu não constava entre os filiados”, diz a vereadora que afirma estar com uma lista de 100 pessoas interessadas em ingressar no partido. “Eu ia fazer 100 filiações. Meu interesse era fortalecer o PDT. Fiz a prestação de contas paguei mais R$1.600,00 para deixar tudo em dias”, garante.

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