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Zé de Moraes diz que é ficha limpa e afirma que governo Chuvisco não tem ficha sujas

Por Mariana Lemos | 10/07/2014

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Genildo RochaZé de Moraes garante que com base na lei ficha limpa não está impedido de disputar eleição já que a decisão do Tribunal de Contas do Estado rejeitando suas contas na administração do legi

Depois de ser eleito vereador de Itapecerica da Serra em quatro mandatos consecutivos José de Moraes (PSDB) ficou de fora do legislativo após obter 1.647 votos na eleição municipal de 2012. Os votos dele foram contabilizados, mas não validados, por que a juíza eleitoral não referendou seu registro de candidatura. Zé de Moraes não foi eleito por uma diferença de pouco mais de 20 votos. A votação o fez alcançar o 5º lugar geral na eleição, mas ele ficou em 4º lugar no PSDB e acabou perdendo a cadeira na Câmara, atualmente  é secretário de Administração do governo Chuvisco, que ele define como amigo de longas datas. 
“O Chuvisco e eu temos uma relação muito antiga. Nós chegamos juntos na Câmara e viemos juntos à prefeitura”, conta.
Zé de Moraes vive  às voltas com um processo por conta de uma rejeição de contas da Câmara no ano de 2003, quando ele presidia a Casa, mas ele garante não ser ficha suja e diz que a administração exige atestado de antecedentes estadual e federal para garantir o cumprimento da lei municipal da ficha limpa. Em 2015 expira o prazo de 8 anos de anos que o impedimento por rejeição de contas impõe para a disputa de eleição, entretanto Zé de Moraes diz que não irá mais disputar outros pleitos.

“Nós exigimos os atestados estadual e federal de antecedência criminal para cumprir a lei municipal. Só é nomeado quem apresenta esses dois. No governo não tem ficha suja”, afirma.

Zé de Moraes garante que com base na lei ficha limpa não está impedido de disputar eleição já que a decisão do Tribunal de Contas do Estado rejeitando suas contas na administração do legislativo apontou que não houve dolo e nem improbidade administrativa. Ele explica que com base na lei não está impedido, mas sofre as consequências de uma condenação. Em 2012 ele saiu candidato a vereador. Obteve parecer favorável do Ministério Público e contrário da juíza eleitoral. Ele recorreu ao TRE que manteve a sentença inicial e aguarda resposta do TSE.

“Sofri um problema técnico de rejeição de contas sem dolo e sem improbidade. Saí candidato a vereador, o meu registro foi aprovado, ganhei a eleição e fui de vereador de 2008 até 2012”, relata.
Sobre as críticas constantes ao fato do governo Chuvisco ter vários ex-vereadores Zé de Moraes afirma não haver segunda Câmara.

“Ex-vereador é ex. Não é mais vereador. Não existe isso de segunda Câmara. Os poderes são distintos. O legislativo fiscaliza e faz leis os secretários ajudam a administrar a cidade”, observa. 

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