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Taboão tem 54 casos confirmados de dengue e 271 em investigação

Por Sandra Pereira | 25/04/2014

fotodentrodengue

DivulgaçãoTaboão é a cidade da região com mais casos de dengue.

Taboão está em guerra contra a dengue. A doença avança na cidade em ritmo assustador. Em poucos dias os casos confirmados pularam de 16 para 54. Houve 343 notificações da doença e outros 271 casos estão sendo investigados. A batalha contra a doença deve ser travada em cada casa, em cada quintal, com cada morador se conscientizando que não pode deixar água parada onde nascem os mosquitos transmissores da doença. 

Nos prontos socorros do município a superlotação evidencia o avanço da doença. Nas últimas semanas a quantidade de pessoas buscando atendimento nas unidades com sintomas de dengue é imensa. Houve dias em que o Antena chegou a ter aproximadamente 400 pessoas esperando atendimento. Na UPA Akira Tada a situação não era diferente. 

A superlotação aumentou o tempo de espera nas unidades de saúde. As queixas dos pacientes se referem principalmente à demora no atendimento. 

“É gente demais esperando para ser atendida. Eu fiquei mais de 6 horas esperando”, reclamou o morador André Santana, depois de levar a sobrinha ao Antena. 

 Os bairros de Taboão com maior incidência da doença são o Parque Pinheiros, Jardim Clementino e Laguna.  Os números que comprovam o aumento da doença acendem o alerta de que é preciso ampliar o combate ao mosquito Aedes aegypti, que causa a doença.  

O mosquito vive dentro das casas, sob mesas, cadeiras, armários, alimentando-se da seiva das plantas. Nasce em água limpa e parada. Esses são os locais de risco. Somente a fêmea transmite a doença, quando pica o homem em busca de sangue para amadurecer os ovos. Ela ataca durante o dia, principalmente ao amanhecer e no final da tarde, preferencialmente nas pernas. 

Em média, cada Aedes  aegypti vive em torno de 30 dias e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos de cada vez. Uma vez com o vírus da dengue, torna-se um vetor permanente da doença e pode transmitir a doença para suas crias. 

Os ovos não são postos na água, e sim milímetros acima de sua superfície, principalmente em recipientes artificiais. Quando chove, o nível da água sobe, entra em contato com os ovos que eclodem em pouco mais de 30 minutos. Em um período que varia entre cinco e sete dias, a larva passa por quatro fases até dar origem a um novo mosquito. 

O Aedes aegypti põe seus ovos em recipientes artificiais, tais como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos sob vasos de plantas ou qualquer outro objeto que possa armazenar água de chuva. Nas Américas, o mosquito utiliza ainda criadouros naturais, como bromélias, bambus e buracos em árvores. 

A transmissão da dengue depende da concentração do mosquito: quanto maior a quantidade, maior a transmissão. Esta concentração está diretamente relacionada pela presença das chuvas: mais chuvas, mais mosquitos. 

Normalmente, as pessoas infectadas com o vírus da dengue são assintomáticas, (cerca de 80%), ou apenas apresentam sintomas leves, como uma febre simples. Outros pacientes apresentam a doença de modo mais grave (5%) e uma pequena proporção tem risco de morte. O período de incubação (tempo entre a exposição e o aparecimento dos sintomas) varia de 3 a 14 dias, mas na maioria das vezes é de 4 a 7 dias. 

Sendo assim, suspeita-se que viajantes que retornem de áreas endêmicas tenham dengue se eles apresentarem febre, ou outros sintomas característicos, que começarem a surgir a partir de 14 dias após retornarem. As crianças muitas vezes apresentam sintomas semelhantes aos do resfriado comum e da gastroenterite (vômitos e diarreia)e têm um risco maior de complicações graves, embora os sintomas iniciais sejam geralmente leves, eles incluem febre alta.

Gomes

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