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Corpo de guarda patrimonial de Embu será sepultado sete dias após assassinato

Por Sandra Pereira | 8/10/2013

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Divulgação O assassinato segue em investigação pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção &agra

O corpo do bacharel em direito e guarda patrimonial da prefeitura de Embu das Artes, Clóvis Carvalho, 42 anos, brutalmente assassinado na noite de 1º de outubro sob circunstâncias ainda desconhecidas só foi liberado para sepultamento na tarde desta terça-feira, 8, sete dias após ter sido assassinado. O laudo da perícia feita no corpo dele apontou que a vítima morreu em consequência de um disparo de arma de fogo na cabeça. Ele também foi violentamente espancado, tomou uma facada e depois foi jogado no porta malas de seu veículo. Logo depois os criminosos atearam fogo ao veículo.

 O corpo dele chegou ao cemitério dos Jesuítas em Embu das Artes no começo da noite dessa terça-feira. O sepultamento dele está marcado para ocorrer às 10 horas da manhã  desta quarta-feira, 9. Clóvis deixou esposa e dois filhos pequenos. Ao longo da semana a família enfrentou verdadeira viacrucis na tentativa de liberar o corpo para sepultamento. O crime chocou familiares e amigos da vítima.

A polícia trata o caso como assassinato, mas ainda não tem pistas e nem uma linha definida de investigação. Nenhum suspeito foi identificado ou detido até o momento. A motivação e autoria do crime ainda não foram esclarecidas pela polícia.

De acordo com a polícia, uma viatura foi acionada por volta das 19h de terça para atender ocorrência de um veículo pegando fogo na Rua Comendador Antunes dos Santos, no Jardim Angela. O Corpo de Bombeiros foi ao local e apagou o incêndio. Ao notarem que um corpo estava dentro do automóvel e os policiais foram registrar o caso no 47º DP.

 A polícia informou que o veículo foi destruído pelas chamas. A vítima apresentava um ferimento profundo no abdômen, provavelmente causado por um objeto cortante. A polícia encontrou também no porta-malas, assim que o incêndio foi apagado, os documentos de Clóvis que estavam intactos. Familiares foram chamados e reconheceram a vítima por meio de um relógio que ele estava usando. 

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