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Som alto de carros, bailes funk e barulhos viram pesadelo para os moradores no final de semana em Taboão, Embu e Itapecerica

Por Sandra Pereira | 28/04/2013

caro_dentro

Sandra PereiraSom alto tira o sossego dos moradores. Veículos devem ser periciados e até apreendidos, defendem moradores

O barulho excessivo, o som alto de carros, e os bailes funks transformam os finais de semana em dias de tortura para os moradores de vários bairros de Taboão, Embu e Itapecerica. O problema é tão sério que afeta a rotina da população. Interfere nas relações entre os vizinhos, promove alterações de humor e chega a provocar brigas dentro de casa. Mas, a principal consequência do barulho excessivo é sem dúvida a impossibilidade de uma noite tranquila de sono. Sem conseguir dormir direito, os moradores ficam sujeitos ao mau humor e a problemas como dor de cabeça e cansaço constantes, que aumentam o nível de estresse. Por causa do barulho muita gente sonha em mudar para um local mais tranquilo e todos defendem punições mais rigorosas para quem abusa do som alto em carros, bares e estabelecimentos noturnos.

Ter uma noite de sono tranquila é um luxo que os moradores das ruas Frei Galvão, Cid Nelson Jordano e Isabel Soraia Mainardes, todas na periferia de Taboão da Serra desconhecem. Também é assim a situação dos moradores de ruas do Intercap, Laguna e Três Marias. Em todas elas o tráfego intenso e constante de carros com volume ensurdecedor já fazem parte da rotina nos finais de semana. Em alguns casos o volume é tão alto que chega “estremecer” janelas e paredes.

“Eles passam com o som tão alto que balança as janelas e paredes. Parece que ficam competindo pra ver quem faz mais barulho. O pior é que não respeitam hora e nem ninguém. A polícia tinha que parar e prender na hora esses carros que passam fazendo barulho demais e tinha que cobrar uma multa bem alta para os donos aprenderem a ouvir as músicas deles sem incomodar os outros”, sustenta uma moradora da rua Isabel Soraia Mainardes que teme ser identificada.

Poucos metros acima outra moradora diz que a vizinhança é dominada pelo barulho e admite haver dias em que mal consegue pensar. “Às vezes eu tenho vontade de sair gritando na rua. Dá trabalho controlar o meu marido. Já colocamos a casa pra vender, mas quem veio olhar viu o barulho e não gostou da rua”, lamenta.

Além dos carros com som alto demais a rua sofre com os shows de dois estabelecimentos bem próximos, e que segundo ela, competem para ver quem tem o som mais alto. Ao ser informada pela reportagem sobre a Lei do Silêncio existente em Taboão a moradora é taxativa ao afirmar que a lei nunca funcionou na sua rua. “Aqui ninguém nunca respeitou. Também não vejo fiscalização”, conta.

Quem mora nas ruas de maior movimento sente ainda mais os efeitos das noites mal dormidas. As pessoas com idade mais avançada se incomodam com o barulho excessivo. Não é raro encontrar quem admite ter tido algum tipo de reação mais “irracional” quando o  assunto é o barulho. Neste final de semana a reportagem do Jornal na Net conversou com dezenas de moradores nas três cidades e constatou que todos sentem de maneira negativa os efeitos do barulho excessivo.

Quando o pai adoeceu e precisou passar por uma cirurgia o morador que vamos chamar de Antônio por pouco não se envolveu em uma tragédia. Vizinho de um bar habituado a tocar música alta de madrugada uma noite ele perdeu paciência e foi até o local pedir ao proprietário que baixasse volume da música para que o pai descansasse um pouco.

“Ele reagiu com violência e só parou porque a minha mãe chamou a polícia. Tinha uma viatura perto graças a Deus. Depois disso levamos meu pai para a casa da minha irmã até ele melhorar”, relatou. “Até hoje eles fazem a mesma coisa. Tem dias que a polícia aparece e eles baixam o volume, mas quando vão embora fazem tudo de novo”, denuncia.


Embu das Artes


Já faz um ano que a família de Simone dos Santos tenta vender a casa no Jardim do Colégio. Por lá os carros com som alto parecem ser sinal de status e ela diz que os jovens abusam demais dos ouvidos e da paciência dos moradores. Simone acorda muito cedo a semana inteira e sonha em poder dormir um pouco mais no final de semana, mas há meses o sonho não se concretiza. “Eu já troquei as janelas do quarto, pus cortina bem pesada e tem dias que chego a tapar os ouvidos com algodão. Mas o som dos carros é tão alto que as paredes estremecem”, relata.

Ela conta que já viu brigas feias na vizinhança por causa do barulho, mas admite que de nada adianta. Para Simone a ação policial nesses casos devia ser mais rigorosa. “Tinha que multar e prender os carros. Isso ia servir de exemplo para os jovens”, observa.

Na região do Santo Eduardo barulho e finais de semana parecem ser indissociáveis, ao menos é o que dizem os moradores que já se habituaram a rotina de quase não poder dormir. “Por aqui quem dorme quatro ou cinco horas por noite tá no lucro. E a pessoa tem  que suportar calada porque se for reclamar corre o risco de morrer”, ironiza um auxiliar administrativo que trabalha em São Paulo e também já teve problemas com a vizinhança por causa do barulho.

No caso dele um vizinho que instalou um equipamento de som caro em seu veículo era o causador do problema. “Ele parava o carro na frente de casa abria o porta malas e deixava o som topado. Ninguém podia assistir tv ou conversar dentro de casa. Um dia eu falei para ele abaixar um pouco e nós acabamos brigando feio. Não adiantou nada. Depois disso o jeito foi ignorar o problema. Quando está insuportável eu saio de casa. Mas fico furioso com isso”, relata.

Itapecerica da Serra


Os finais de semana costumam ser literalmente infernais nas imediações da Chácara Geralli, no Jardim São Pedro, em Itapecerica da Serra. Sem saber mais o que fazer para conseguir descansar e se preparar para uma nova semana de trabalho uma moradora que por motivo de segurança pede para não ter o nome revelado pediu socorro à reportagem do Jornal na Net  no dia 11 abril para acabar com um baile funk que vem tirando o sossego dos moradores há vários meses.

“Venho solicitar a ajuda de vocês para acabar com baile funk que está acontecendo aos sábados na chácara Geralli, no São Pedro. Nos dois últimos finais de semana ninguém dormiu com a música alta que começa às 23 horas e vai até às 5 horas da manhã. O pior é ouvir o dj mandando os casais se alizar. Nós já ligamos muitas vezes para a polícia e nunca resolveu. Não gostaria de ser identificada porque tenho medo de quem promove os bailes”, relatou temerosa.

No último dia 27 a moradora voltou a fazer contato com o Jornal na Net pedindo ajuda para acabar com o baile funk no local. “Hoje será mais uma noite sem dormir. Esta noite  vai ter baile de novo os convites foram entregues na porta da escola do São Pedro. O baile vai começar às 21 horas e não tem hora para acabar. Vai ser a noite da minissaia. A menina que for com a minissaia mais curta vai ganhar um kit combo que seria duas garrafas de vodka”, alertou a moradora. “É assim todo final de semana. Na segunda eu tenho que acordar cedo e trabalhar enquanto eles podem dormir já que não fazem nada”, diz indignada.

O drama enfrentado pela moradora do São Pedro se repete nas ruas do Parque Paraíso, Jacira e no Valo Velho. Muitas vezes a população não denuncia por medo e fica refém dos ousados propagadores do barulho que desrespeitam sem pudor não somente a lei do silêncio como o direito sagrado dos trabalhadores de descansar. 

Qual o limite de som nos carros?


O limite foi fixado por meio de uma resolução do CONTRAN que regulamenta o artigo 228 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que prevê multa, cinco pontos na CNH e a retenção do veículo para regularização.

De acordo com o CTB o agente de trânsito efetuará a medição da frequência do som por meio do decibelímetro. Em Taboão da Serra o equipamento passará a ser utilizado em breve pela Guarda Civil Municipal e pode ajudar a reduzir as reclamações dos moradores.

 Na prática quem descumprir as normas previstas estará cometendo infração grave, estando sujeito às penalidades previstas no artigo 228, do Código Brasileiro de Trânsito (CTB), mas a falta de fiscalização acaba favorecendo o descumprimento da Lei.
25º

Edivaldo Vascontim

Infelizmente estamos em um pais sem leis e sem Policia, culpa deste maravilhoso governo que todos já sabem. E também de algumas emissoras de tv que adoram promover esse merda de cultura para ganhar audiência. Enquanto isso quem pago o pato são os cidadãos. Hoje e sábado 00:35, depois de uma semana cansativa não posso descansar em paz porque tem imbecil com um Kadet Cidade líder Itaquera. Chamar a policia!! Perca de tempo.

24º

Viviana

Moro em Cidade Lider Itaquera a 10 minutos a pé do Parque do Carmo não aguentamos o barulho visinho morador na viela,pois a nossa casa é de esquina enfim o som o barulho que é insuportável entra todo dentro de casa e os inquilinos então nem se fala um completo desrespeito para vender bebida e ganhar dinheiro é preciso prejudicar a visinhança inteira.Só queremos ter o nosso final de semana que foi roubado nem podemos estacionar os nossos carros em paz na garagem precisamos pedir para entrar e sair completo absurdo,Por favor senhores da lei façam alguma coisa,não aguentamos mais.....

23º

Camila

Moro aqui na Cohab Raposo Tavares aqyi ningiem aguenta mais e barulho sexta,sabado e domingo motos barulhentas funk ao e ninguém m resolve nada e uma verdadeira palhaçada tem pessoas idosas e essas pessoas não respita ninguém.

22º

Izuna

Essa desgraça de funk é a maior tragédia moral e intelectual em massa que já presenciamos. Uma verdadeira TRAGÉDIA SOCIAL a serviço do tráfico e do crime organizado que pessoas nojentas defendem sob a pele de cordeiros. Malditos sejam todos os que apoiam e ajudam a disseminar essa diarreia ideológica entre os jovens. Garanto que não são interrompidos em suas atividades particulares como o são grande parte das pessoas de bem que são obrigadas a ouvir esse estrume de funk de dentro de suas próprias casas.

21º

Lukas

FAcam q nem eu, chamei a policia e nada, entao, joguei um saco de coco, um nao 3 e nunca mais tocaram pancadao perto de casa!!!

20º

ludmila

Ola, quero denunciar o baile de tal de 2 sem lei onde os jovens a partir de 10 anos se divertem o baile começa as 21 h de segunda e terminar na terça as 5h, o pior e que o som muito alto e a policia não faz nada. E eu levanto as 3:30 para ir trabalho. Só Jesus mesmo

19º

gustavo

aqui na minha rua tem um bar do joão que faz um barulho imenso dos pessoas, jogando sinuca e domino chega sexta feira niguem dorme ele vira noite e[é uma bagunça danada,som alto voz bem alta, me ajudem, gustavo barreto rua josé rodrigues filho n 96 vila indiana tabõao da serra,

18º

gilberto

bom dia aqui no meu bairro moro a 27 anos nunca teve estes barulho e nem drogas agora virou um inferno ja estive eu mesmo com 670 assinantes do bairro ao batalhao da policia militar mas nada fazem fui ate a policia civil nada resolve agora barulho começa sexta acaba no domingo aqui tem uma ponte e um bar que pertense ao traficante mas nos moradores temos muito medo por denunciar aqui carros deles ficam no meio da rua moradores nao tem como passar gostaria que alguem filmase para mostrar as autoridades obrigado

17º

Moradora inconformada

Nçao aguento mais, os barulhos do meu bairro, é carro com som alto passando pelas ruas, os vizinhos que fazem festa todo final de semana começando na parte da manhã e não tendo hora para acabar, chama a polícia mas ninguém aparece, simplesmente ignoram. O que fazer se não temos nenhuma autoridade para nos ajudar, até parece que na minha cidade a lei não funciona ou não tem a mesma. Tem que acabar com esses abusos..

16º

Waldir

O 14º comentário do Luiz Antonio, precisamos nos mobilisar, entrei em contato com o Responsável do Imóvel que é a Faculdade de Direito de SBC. Estamos na luta e não vou ficar sossegado enquanto não acabar com esse barulho infernal.

15º

Fabio Bueno

Os bailes funks acontecem a quase dez anos onde eu moro (Jd Elisa Maria) começam as 15hs do domingo e vão ate amanhecer o dia da segunda feira, não tenho paz e socesso a muito tempo, passamos o domingo ligando para a policia que em maioria das vezes não comparece e ainda pede paciencia pois não tem carros e pessoal disponivel, o que fazem com o dinheiros dos meus impostos que recebem??? Indignação é pouco para expressar a raiva que tenho, me sinto refem, pois se abrir a boca para denunciar ou é morto por esses vermes que se dissem ostentados por merda nenhuma ou sofre repressarias pelas autoridades. Estou pensando em colocar fogo na rua toda vezes que achar que vai acontecer essa m.... de pancadão Não sou contra o estilo de musical de ninguem, infelizmente tem gente que gosta de jiló. Minha mãe me ensinou a não ficar parado na frente da casa dos outros e a não fazer barulho na frente da casa de ninguem e se fizesse ganhava uma boa surra!! Sera que não esta na hora de dar uma surra bem dada nessa cambada de FDPs

14º

Luis Antonio

Resido em São bernardo do Campo a um Kilometro do ginasio poliesportivo e principalmente no finais de semana somos obrigados a ouvir aquele excremento que chamam de música vinda dos automóveis que lá ficam estacionados. O grande problema é que as autoridades nada fazem para que as leis se cumpram e não tenhamos que ouvir esta abominação sem que queiramos.

13º

Laercio matos

http://daslutas.wordpress.com/2013/12/08/o-grande-baile-funk-arrastao-contra-o-racismo/ Por isso que as autoridades não podem fazer nada tem pessoas que defendem isso. Lógico não é no ouvidos delas que vão escutar as pancadas do baile funk. O sistema agi com facilidade, a educação é precária nesse pais, então fica facial ajudar pessoas que pesam assim!!!

12º

Cansada

É uma merda....toda quinta, sexta, sábado,domingo e inclusive segunda ligo no 153 e eles não fazem nada...alguém faz algo? Moro no Embu com divisa do do Taboão e a gente não tem paz!!!

11º

Daniela

Eu moro na cidade de carapicuiba SP, e não aguento mais esses baderneiros que a qualquer hora dia ou noite passam com o som do carro estremecendo tudo, e nos finais de semana tudo piora, e pra piorar tem um restaurante é isso mesmo restaurante com show todo final de semana, que começa ás 22:00 e acaba lá pelas 2:00 da manhã, é isso mesmo, em vez de terminar a baderna ás 22, começa esse horário, é uma vergonha tudo isso, fora essas motos infernais, pelo amor de Deus alguém nos ajude!

10º

alda maria de jesus

boa tarde olha gostaria de uma ajuda de voces e contra uma senhora de nome aurea que toda tarde liga o som na maior altura nos vixinho nao tem direito a assistir uma televisao criança nao pode dormir nada ajude nos por favor o endereço e rua bem ti vi n 49 antigo 18

marcelo rotondano da silva

Nos moradores do conjunto Fazenda do Carmo não aguentamos mas os bailes Funk na R:Henriqueta brieba nogues N:770 fazemos varias ligações par Policia Militar e não aparecem no local,onde é promovido rachas de carros motos, menores armados e dirigindo alcoolizados.

Sérgio

Tal qual a Fernanda, também moro em São Bernardo do Campo (no meu caso próximo ao Centro) e de uns anos para cá, fim de semana virou um inferno nessa mda de cidade. Agora é madrugada de sábado para domingo, estou absolutamente EXAUSTO e não consigo pregar os olhos mais uma vez... Motocicletas, cachorros latindo, carros, buzinas e muito forró e FUNK durante à noite. A 'música' é uma gritaria sem sentido, uma colagem repetitiva de ruídos que na cabeça do insone só podem ser comparáveis a uma 'bad trip' de ácido lisérgico. A sensação é de se tentar dormir ao lado de uma lavadora de roupas ligada. Hoje sofro de depressão devido aos já anos de insônia, enquanto as 'otoridades' cobram impostos, mas nada fazem. Já cansei de reclamar. Considero a hipótese de mudar de estado ou até de país por um pouco de paz.

Fernanda Batistioli Beraldini

Olá, são 5h da manhã de um sábado e MAIS UMA VEZ não consegui dormir. Moro em São Bernardo do Campo, e no meu bairro fica o poliesportivo da cidade. Todas sextas e sábados e as vezes durante a semana também, pessoas de diversas cidades e bairros vem pra cá e escutam funks nojentos durante toda a noite, aceleram motocicletas, forçando o escapamento, dão cavalo de pau, além de se drogarem e consumirem muita bebida alcoólica. Eu não sei mais o que fazer, nada do que eu faço resolve, a policia ignora, a prefeitura nem quer saber, é tudo em vão. É importante ressaltar que se trata de um bom bairro que sempre foi calmo, e que agora vive um tormento. A sensação é de ter um baile funk dentro da minha casa, pelo quão alto é. Os barulhos dos carros dando cavalo de pau e as motos são insuportáveis. Se alguém pudesse me dar uma luz, algo que eu pudesse fazer para solucionar isso. Não há nenhum bar ou estabelecimento fechado que forneça bebida a eles, eles trazem de outros lugares e o lugar é aberto.

luana

Não aguento mais tanto barulho e bagunça na Rua São cristovão no jd São Marcos ,Embu das artes (Black White)BAR (antigo piscina Danc).Tem de tudo prostituição uso de drogas inclusive de menores (criancas);fora a bagunça,gritaiada ,som alto na rua,alem da sujeira que deixam camisinha ,capsula de drogas, copos descartáveis e garrafas !!! Oque faço?

Renato

LIXO TOTAL, TODO final de semana a mesma coisa, e muitas vezes dia de semana também. Desde que moro aqui no Parque Paraíso (Itapecerica) temos que aturar (praticamente engolir) um vizinho que todo final de semana liga o som ao máximo com músicas de forró/sertanejo, mas até ai já tínhamos nos acostumado (e ele costuma parar por volta das 20:00), mas de uns tempos pra cá, o som da casa dele nem chega perto do som absurdamente alto dos carros (ou baile, não sei) de funk nas proximidades do campo do Zé Cacau. O funk é alto demais e ainda faz eco devido a topografia da região, a casa toda treme, começa de manhã e vai até o dia seguinte. Segunda feira é ir trabalhar um lixo.

Com medo

Eu queria que as autoridades entendessem como esse problema é sério. A gente tem que sofrer tudo isso calado senão acaba morrendo. quando chama a polícia nada acontece é uma vergonha total. E no dia seguinte tem que trabalhar normal.

fran

Finalmente... Já éra tempo, aliás passou do tempo, nós não somos obrigados a ouvir esse som alto que vem desses carros e pior ainda os pancadões em vias públicas é contra a lei e é necessário acabar com isso, vamos por ordem na casa. Não podemos mais conviver com esse descaso, multa, e cadeia para os infratores.

Morador inconformado

Depois aparece um louco dando tiros para todo lado vai dizer que a cidade ta violenta a anos essas reclamações existem mas ao caras não tão nem ai pra lei, tem que prender os carros desses babacas Q.I de ameba e fixar a multa com base no que o mané gastou para equipar a carroça, para poder por ordem no barraco. Boa sorte a todos isso não vai ser facil não.

Indignado

tem que acabar mesmo com esta música sem cultura e o pior é que na maioria das músicas a letra esculacha com as mulheres e elas adoram ficar dançando a música

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