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Polícia acredita que bandidos mataram professora por ela não ter dinheiro ou cartões de crédito

Por Sandra Pereira | 4/04/2013

delegacia

Arquivo do Jornal na NetFamília de professora pediu que polícia evite divulgação do caso

A Polícia Civil de Itapecerica da Serra acredita que a professora de línguas Laísa Paredes Leal, 32 anos, encontrada morta com sinais de estrangulamento numa rua bairro do Jardim Renata, tenha sido vítima de sequestro relâmpago, seguido de latrocínio. A hipótese inicial da  polícia é de que ela foi abordada pelos criminosos na região do Morumbi e assassinada porque eles não acreditaram que a mesma não levava dinheiro ou cartões de crédito no veículo.  Leia mais aqui.

 O setor de investigação trabalha para levantar qualquer tipo de pista que possa ajudar na identificação dos criminosos, mas o trabalho promete ser difícil. Laísa Paredes não dava mais aulas de línguas há algum tempo. Ela se afastou das salas após o casamento e atualmente cuidava dos dois filhos de 1 e 3 anos, respectivamente. A família dela pediu à polícia que evite divulgar informações sobre o caso.

O Jornal na Net apurou que a vítima morava na Lapa e havia marcado de se encontrar com o marido num mercado na região do Morumbi. Ela não dispunha de dinheiro ou cartões de crédito no veículo, e, segundo a polícia isso deve ter motivado o assassinato dela, uma vez que os criminosos devem ter achado que ela mentia.

Laísa foi enforcada com uma corda do tipo varal que estava no interior do próprio carro. Para a polícia os criminosos devem morar ou conhecer bem a região de Itapecerica da Serra onde o corpo dela foi desovado e o veículo descartado depois. O corpo da vítima foi encontrado por volta das 21 horas da terça-feira, 2, e o carro dela na tarde do dia seguinte, pela Guarda Civil 

“Os bandidos são daqui. Deixaram o corpo dela num local e o carro em outro sem despertar atenção. Isso mostra que eles sabiam o que faziam”, contou um integrante da polícia civil.

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