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Família se mobiliza para esclarecer assassinato de parente em Embu-Guaçu

Por | 27/11/2012

caminho

DivulgaçãoCaminho por onde o corpo de Rodrigo foi arrastado

A dor da perda de um ente querido e o clamor para que a justiça seja feita, mobiliza uma família da cidade de Embu-Guaçu, há pouco mais de um mês. Eles querem esclarecer o crime brutal e com requintes de vingança que fez vítima Rodrigo Alves Leite, de 36 anos. Leite apareceu morto após discutir com sua ex-mulher, em uma possível simulação de enforcamento, em uma mata da rua D 120, no bairro Recanto das Vertentes, dia sete de outubro desde ano.

A família conta que no local do crime Leite estava sentado no chão, com uma corda no pescoço, sem marcas aparentes de enforcamento. A vítima estava com diversos machucados no rosto, principalmente na boca e, ainda um tiro no ouvido. De acordo com a hipótese dos parentes ele foi morto antes mesmo de ser levado para a mata.

“No interior do veículo Fiat Strada da vítima, totalmente carborizado e localizado próximo ao local do crime com a porta aberta, e caminho que levava até onde Leite estava, marcas de sangue foram constatadas. Ainda duas munições e uma arma calibre 22”, contaram em relato à reportagem do Jornal na Net.

Ainda segundo a família de Leite, o local do crime foi alterado, logo após a remoção do veículo e do corpo da vítima ser retirado do local. “O galho da árvore estava intacto e depois apareceu quebrado, uma bituca de cigarro também desapareceu do local e o sangue, na mata era menos do que anteriormente”, afirmaram.

Eles acusaram que foi a família da ex-mulher de Leite que modificou a cena do crime. “A família dela disse, de forma absurda que o galho quebrou com o peso dele e também que crianças podem ter ido brincar e quebrado o galho com uma corda”, dispararam.

Os parentes de Leite contaram que, desde o dia do crime, não vivem mais em paz. Dizem que estão sendo ameaçados por terceiros e também por telefone. De acordo com eles, Rodrigo era um homem de bem, trabalhador, encantador e por diversas vezes foi um salvador da pátria de muitas pessoas.

“Se você foi ajudado por esse anjo de bondade, não deixe de denunciar, 181 ou ir até a Delegacia da cidade”. O crime foi registrado na Delegacia de Embu-Guaçu.

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