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CATs busca fortalecimento para investir na descoberta de novos talentos em Taboão

Por Sandra Pereira | 12/08/2012

cats

Divulgação - Facebook Anderson Nóbrega quer abrir CATs para a região e investir na descoberta de novos talentos

Dois meses depois de assumir a presidência do Clube Atlético Taboão da Serra (CATs) Anderson Nóbrega comemora a criação das categorias sub 9 e sub 11. Com a inclusão delas o clube passa a contar com 7 categorias, tendo em média de 30 a 40 garotos cada uma, somando um total de 210 atletas. O CATs é o único time profissional da região e já descobriu diversos jogadores que atuam em times como o Corinthians, Guarani, Flamengo e o Vitória, da Bahia.

Irmão do antigo presidente, Eduardo Nóbrega, que deixou o cargo para disputar eleição de vereador em Taboão, Anderson diz que trabalha com firmeza para imprimir sua marca pessoal na administração do Clube. Ele quer dar continuidade às iniciativas da gestão anterior, mas afirma estar trabalhando para avançar e ampliar a atuação do CATs  em Taboão, agindo na descoberta e revelação de novos atletas. Ele quer abrir o time à participação de atletas da região por ser o único profissional.

“O CATs hoje representa uma oportunidade concreta para os garotos da nossa cidade em todas as categorias. Graças ao trabalho do clube vários atletas de Taboão foram vistos por times de grande porte. Eles passaram a ganhar bem e ajudam a família”, conta Anderson, acrescentando que o jogador mais famoso já revelado no clube é o Ralf que atua no Corinthians. 

Ele cita o caso recente de jogador que mora no bairro do Leme, cujo pai ganha R$ 800,00 e o filho aos 17 anos recebe um salário mensal de R$ 3 mil. O jovem jogador Léo recém contrato pelo Corinthians em forma de parceria. No CATs ele recebia R$ 100 de ajuda. “Pelo CATs ele foi bem encaminhado. Pode manter a família dele num bom nível por dois anos. Agora depende do desempenho dele”, observa. 

Segundo Anderson Nóbrega os atletas de destaque do CATs são oriundos de várias partes da cidade, entre as quais ele enumera o Leme, Marabá, Maria Helena, Record e Saint Moritz. 

“Apesar de eu ter uma família política o CATs é apolítico, prova disso é que temos atletas de várias classes sociais e perfis. Nossa meta é ampliar o trabalho, investir mais para descobrir jogadores de talento. Eu costumo dizer que se um adversário político do meu pai for bom de bola vai ter oportunidade no CATs”, afirma Anderson. 

O presidente não esconde as  dificuldades para obter patrocínio para a equipe. Atualmente o clube é mantido por pequenos e médios empresários da cidade e mantém uma parceria com a prefeitura.

“Meu desafio é abrir o CATs para a cidade. Fazendo avaliações periódicas para identificar novos atletas. Quero estruturar o time, criar um Centro de Treinamento e trabalhar para termos uma sede própria. Fortalecemos a marca CATs agora o momento é de estruturação”, diz o presidente.

Ele finaliza explicando que a participação de atletas de Taboão nas disputadas em todas as categorias federadas tem que ser por meio do CATs, o que segundo o presidente revela a importância de parceria entre a cidade e o clube.

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