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Muitos feridos na manifestação dos professores da Rede Estadual

Por | 29/03/2010

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Manifestação acabou em  violência

Confronto, tumulto e muitos feridos. Esse foi o clima da Manifestação dos Professores da Rede Estadual de São Paulo, na última sexta-feira, 26, nas mediações do Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi. Os docentes decidiram manter a greve que teve início em 8 de março, após promoverem assembléia na Zona Sul da cidade.

Segundo a Policia Militar 16 ficaram feridos, sendo 7 policiais e 6 civis. A manifestação começou em frente ao Estádio do Morumbi. Por volta das 16h50, seis professores em uma comissão seguiu para o Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo Paulista, onde iria conversar com representantes do governo. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp) informou no início da noite que a reunião terminou sem acordo. “O governo quer o fim da greve para negociar”, conta o sindicato.

De acordo com a PM, 5 mil pessoas integraram o protesto e 350 policiais foram enviados para fazer a segurança da manifestação.

As vias que dão acesso ao Palácio dos Bandeirantes como trechos das Avenidas Giovanni Gronchi e Morumbi, e da Rua Padre Lebret ficaram interditados. O motorista precisou ter paciência, porque o trânsito ficou lento na região.

A PM informou que durante o protesto, foram registrados alguns princípios de tumulto. Manifestantes atiraram ovos na polícia, que usou gás lacrimogêneo para conter o protesto. Por volta das 17h55, um outro grupo de manifestantes tentou, ultrapassar uma barreira policial na Avenida Giovanni Gronchi, que dá acesso ao Palácio. A polícia impediu a passagem dos protestantes também com gás lacrimogêneo.

Após o confronto, três barreiras foram formadas pela Tropa de Choque para impedir a passagem do carro de som usado na manifestação dos professores.

A Apeoesp informou que já está marcada a data para realizar o novo encontro dos professores: dia 31 de março, na Avenida Paulista. Segundo a assessoria de imprensa de Paulo Renato, o secretário de pasta de Educação ainda avalia mais um dos pedidos dos docentes para audiência, protocolado nesta terça-feira (23).

Os professores já realizaram outras duas assembléias, de porte similar, que ocorreram na capital desde o início da greve, ambas no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, em nenhuma delas foi registrado confrontos e tumultos. Entre as reivindicações dos professores estão o reajuste salarial de 34,3%. Eles também se opõem à incorporação da gratificação em três parcelas anuais.

De acordo com o governo do estado, a folha de pagamentos da Secretaria de Educação cresceu 33% entre 2005 e 2009, passando de R$ 7,8 bilhões para R$ 10,4 bilhões. Já as gratificações, segundo a Secretaria, são feitas na medida das disponibilidades orçamentárias.

Os professores ainda poderão ter descontos no salário, isso porque a Secretaria divulgou, logo após o início da paralisação, em nota, que os grevistas terão desconto salarial relativo às faltas. Além disso, perderão participação no Bônus por Resultados, que paga anualmente até 2,9 salários para as equipes escolares que superarem suas metas e, também, no Programa de Valorização pelo Mérito, que permite aumentos salariais de 25%.

Em nota, divulgada neste sábado (27) a Apeoesp afirmou que os professores enfrentaram a truculência do governo José Serra, que posicionou a Tropa de Choque, a Cavalaria e a Força Tática no entorno da sede do governo para impedir o direito ao livre trânsito de professores. A tropa de choque usou bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borracha contra a categoria. “Vários professores ficaram feridos”, afirmou a nota.











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