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OHL prevê 4 retornos na BR entre Embu e Juquitiba

Por Sandra Pereira | 4/04/2012

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Sandra Pereira Eneo Palazzi fez um balanço das principais demandas da região sudoeste

A OHL tem em andamento estudos para a construção de  quatro retornos ao longo na Régis Bittencourt entre as cidades de Embu das Artes e Juquitiba. O primeiro está localizado no km 277+700, próximo a empresa Daisa, em Embu das Artes, visando atender a demanda de Taboão da Serra. A construção do segundo retorno está prevista no km 322 em Juquitiba. O terceiro fica na mesma cidade na altura do km 326+800. Já o quatro contempla uma reivindicação antiga de Itapecerica da Serra e está localizado no km 288, próximo à Churrascaria Caminhos do Sul.

“Todos os projetos estão prontos para serem executados. Mas, temos que seguir os passos que antecedem o início das obras. O primeiro deles é conseguir alinhar o projeto para atender às necessidades reais. O passo seguinte é obter a aprovação pela ANTT, depois temos que conseguir as licenças estaduais, que representa uma dificuldade grave atualmente”, relatou o diretor Superintendente da OHL, Eneo Palazzi.

Ele classificou as obras de implantação dos retornos como sendo de elevada complexidade. Sobre a construção da pista marginal prevista para ir de Taboão até Embu, Eneo Palazzi revelou que já foram iniciadas as negociações das desapropriações de áreas necessárias à implantação do projeto.

Sobre as passarelas de pedestres o superintendente  adiantou a que já houve a implantação de 30 do total de 50 previstas no contrato de concessão da rodovia. Ele informou que as passarelas já reduziram em 20% o número de atropelamentos, mas, a OHL defende a realização de campanhas para aumentar o uso. Os dirigentes da empresa relataram que a implantação das passarelas é precedida de um amplo estudo sobre demanda e usabilidade das mesmas.

“Nós entregamos as passarelas prontas, com acessibilidade e entrada para instalação da iluminação pública, que é responsabilidade das  prefeituras”, esclarece.

Quanto aos alagamentos constantes em vários trechos da rodovia o superintendente observa que na maioria dos locais o problema é decorrente da falta de manutenção da rede de água pluvial nas cidades e do assoreamento dos leitos dos rios e córregos. Em tom de preocupação o diretor da OHL prevê que os alagamentos devem se intensificar em razão do assoreamento dos leitos em decorrência da construção do rodoanel.

Já em relação as baias de ônibus o superintende adiantou a necessidade de construção das faixas de aceleração e desaceleração, sinalização entre outros requisitos. Ele citou ainda investimentos já feitos em sinalização, recuperação do asfalto, abertura de retornos em pontos críticos, e o início da obra de duplicação da Serra do Cafezal.

As informações do  diretor Superintendente da OHL, Eneo Palazzi, foram apresentadas numa reunião com a participação de uma comitiva de lideranças da região sudoeste,  acompanhada pelo deputado estadual Geraldo Cruz. Na pauta do encontro estava várias demandas regionais entre as quais se destaca a implantação de passarelas de pedestres, alças de acesso, retornos na rodovia, pistas marginais, iluminação, baias para parada de ônibus e as obras de drenagem para acabar com os alagamentos na pista. 


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