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Justiça quebra sigilo bancário do ex-investigador Ivan três dias antes do suicídio

Por Karen Santiago | 13/03/2012

sec

Arquivo Jornal na NetAlém da quebra do sigilo dele, a decisão também atinge o Dr. Erasmo Pedroso

A quebra do sigilo bancário, financeiro e fiscal do ex-investigador Ivan Jerônimo da Silva, que se suicidou com um tiro no peito, na última quinta-feira, dia 8 (aqui) e teve seu corpo cremado, sexta (9), (aqui) foi publicada três dias antes da morte dele no Diário da Justiça Eletrônico.

A decisão judicial do último dia 5 de março realizada pelo magistrado João Morenghi, acata o pedido de quebra de sigilo solicitada pelas siglas A.E, P.L e outros (pessoas que tiveram seus nomes preservados).

A solicitação se deu porque os impetrantes queriam a abertura das contas bancárias e fiscais de vários policiais da Delegacia Seccional de Polícia de Taboão da Serra. Mas, apesar do pedido, o juiz só autorizou a abertura nas contas de Ivan e do delegado Erasmo Pedroso, que deixou o cargo, na última segunda.

Informações originalmente publicada no Blog Bar e Lanches

HACHIRO

Ja estava mais do que na hora de alguem com coragem, tentasse desmascarar este sujeito, que na busca por espaço midiatico e querendo sempre aparecer, nao titubeava em nada, muito menos jogar o nome das pessoas na lama. Quem conheceu este cara antes de ser policial, sabia perfeitamente que era um Ze Ninguem, no entanto, depois que entrou para a policia, passou a ser uma pessoa ilimitada, rancorosa, maldosa, e encetava perseguiçoes as pessoas mesmo que nao fossem desafetos seus, apenas para agradar aos amigos. Quem sabe, esta quebra de sigilo nao serviu para baixar um pouco o topete dele. Deve ter sido tao impactante que ele proprio resolveu dar um fim na propria vida, se bem que a pericia tecnica diz uma outra coisa, o tiro fora dado a longa distancia e nao a curta distancia como propalado pela imprensa e outros meios.... Deixa pra la.... Muito estranho

Jonilson

Muita coisa ainda tem de ser explicada, mas, ao que parece, a sujeira vai ficar sob o tapete. Ninguem quer mexer na cumbuca...

Marco

A matéria exige correção. O sigilo não do investigador não foi quebrado três dias antes do suicídio. A decisão divulgada foi proferida em sede de mandado de segurança, impetrado perante o Tribunal de Justiça de São Paulo contra a decisão do juiz de primeira instância que determinou a quebra de sigilo do investigador chefe e do delegado seccional. Assim, a medida de quebra de sigilo não foi concedida pelo Desembargador do Tribunal de Justiça, mas pelo Juiz de primeira instância, levando a óbvia conclusão de que a quebra de sigilo é anterior a aqui decisão divulgada. Note-se que já havia outra decisão do Tribunal de Justiça a respeito da mesma questão e no mesmo sentido, proferida no habeas corpus n.º 0016310-67.2012.8.26.0000 (processo autuado em 27012012). Com base nesta única informação é possível se afirmar que a decisão de quebra de sigilo ocorreu, no mais tardar, no final de janeiro de 2012. Perceba-se, também, que tanto no habeas corpus quanto no mandado de segurança citados constam com diversas outras pessoas como interessadas. Importar ressaltar, ainda, que o inquérito foi instaurado em meados de 2010 (IP 175/2010). Assim, o inquérito tramita há quase dois anos. Pelas informações disponíveis no sítio oficial do Tribunal do Justiça é possível extrair-se a informação de que o inquérito já conta, no mínimo, com cerca de 2 mil folhas e que a pessoa de Alerte, sócia de ambas as empresas envolvidas na investigação (AJS Empreendimentos e Participações Ltda e Arlete Perfumes Ltda - EPP), talvez, possa ser a irmã do investigador Ivan. Marco

Marco

A matéria exige correção. O sigilo não do investigador não foi quebrado três dias antes do suicídio. A decisão divulgada foi proferida em sede de mandado de segurança, impetrado perante o Tribunal de Justiça de São Paulo contra a decisão do juiz de primeira instância que determinou a quebra de sigilo do investigador chefe e do delegado seccional. Assim, a medida de quebra de sigilo não foi concedida pelo Desembargador do Tribunal de Justiça, mas pelo Juiz de primeira instância, levando a óbvia conclusão de que a quebra de sigilo é anterior a aqui decisão divulgada. Note-se que já havia outra decisão do Tribunal de Justiça a respeito da mesma questão e no mesmo sentido, proferida no habeas corpus n.º 0016310-67.2012.8.26.0000 (processo autuado em 27012012). Com base nesta única informação é possível se afirmar que a decisão de quebra de sigilo ocorreu, no mais tardar, no final de janeiro de 2012. Perceba-se, também, que tanto no habeas corpus quanto no mandado de segurança citados constam com diversas outras pessoas como interessadas. Importar ressaltar, ainda, que o inquérito foi instaurado em meados de 2010 (IP 175/2010). Assim, o inquérito tramita há quase dois anos. Pelas informações disponíveis no sítio oficial do Tribunal do Justiça é possível extrair-se a informação de que o inquérito já conta, no mínimo, com cerca de 2 mil folhas e que a pessoa de Alerte, sócia de ambas as empresas envolvidas na investigação (AJS Empreendimentos e Participações Ltda e Arlete Perfumes Ltda - EPP), talvez, possa ser a irmã do investigador Ivan. Marco

Marcos Sergio Assis Sousa

Estou começando a entender o caso , até então para mim era algo inesplicável mas com algo a ser exclarecido .

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