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Juventude de Itapecerica conquista Conselho Municipal

Por Karen Santiago | 20/10/2011

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Karen SantiagoEntidade participa da votação e posa ao lado dos vereadores da cidade

Dia 20 de outubro de 2011. Essa data ficará marcada na história dos jovens de Itapecerica, uma vez que foi aprovado por unanimidade de vereadores, o Projeto de Lei no 1.462/11, que cria o Conselho Municipal da Juventude no município que tem por finalidade estudar, elaborar, analisar, aprovar e propor políticas que permitam a integração e a participação do jovem no processo social, ambiental, econômico, político e cultural da cidade. A votação de seus membros será realizada na primeira sexta-feira de novembro, dia 4, às 13h, na sede da Câmara Municipal.

O Conselho Municipal da Juventude – CMJ, Órgão Permanente, Deliberativo e Consultivo será composto por dezoito membros e a mesma quantidade de suplentes, nomeados e empossados pelo Chefe do Poder Executivo em relação às áreas de interesse dos jovens, como: Educação, Saúde, Emprego e Renda, Formação Profissional, Esporte, Cultura, Combate às Drogas, Meio Ambiente e Violência.

Amplamente comemorado e em grande festa os vereadores Clóvis Pinto, José Maria, Jonas Feijó, Regina Corsini e Tonho Paraíba subiram na tribuna para parabenizar a conquista e relatar casos recorrentes à juventude, como violência nas escolas, envolvimento com entorpecente e falta de vagas no mercado de trabalho.

“Aqui é a casa do povo, estudantes, idosos que tem o direito de fazerem reivindicações. Sejam todos bem-vindos para utilizarem esse espaço para ampla discussão. Dia 4/11 é a eleição dos membros que vão compor o Conselho, fico grato de saber que a casa de Leis está sendo usada para manifestações em prol dos munícipes e melhora no município. Parabéns pela conquista”, discursou o presidente da Câmara, Amarildo Gonçalves, o Chuvisco.

A presidente da UESIS (União dos Estudantes Secundaristas de Itapecerica da Serra), Amabile Pincel também usou a tribuna para agradecer aos vereadores pela votação da Lei e lembrou que o projeto estava anexado junto à conferência realizada dia 14. “A ideia é trabalhar em prol da conscientização, direitos iguais, trazer (fomentar) para a cidade lugares que disponibilizem cultura à juventude e diminuir número de usuários de droga”, observou.

O 1º Congresso da União Municipal dos Estudantes Secundaristas (UMES) na cidade formou entidade UESIS (União dos Estudantes Secundaristas de Itapecerica da Serra). A UMES representa 3 milhões de estudantes dos ensinos fundamental e médio, cursos supletivos, pré-vestibulares e cursos livres da capital paulista.

“O evento foi de suma importância para a juventude de Itapecerica da Serra, que há tempos estava desacordada. Nosso objetivo é mostrar pra sociedade em geral, que nós estamos aqui, nós também somos cidadãos, sobretudo somos o futuro da nação, e por isso precisamos nos organizar para cobrar os nossos direitos e defender nossas bandeiras”, afirmou durante encontro a estudante Michele Martins.

 

10º

Davi

Embora seja repetitivo... muito interessante seu artigo,sobretudo sobre os vocábulos "consumidor" e "empreendedor".parabéns

Valeria

Mais um grande projeto do prefeito para os nossos jovens,clube Delfim Verde,as Faculdades,os cursos profissionalisantes, e o sistema OBJETIVO de ensino que foi o maximo.

alison rogerio

ADELCIO,vc tem toda razao nas suas palavras,assim como eu tambem esta indignado profundamente com o tratamento e as formas com que nosas leis sao execultada,mas só escreve ou somente falar nao adianta e nao ira adiantar em nada,porem com coragem de enfrentar nós temos,só que somos menoria,e sera uma batalha inultil,eu desde quando passei a pensar como cidadao sempre combati frente a frente até pelas ruas,inclusive molestando duramente em reunioes na qual eu ferquentava,nunca tive medo de ousar em dizer a verdade,mesmo sabendo que quem comanda esta tal democracia nao me dava este direito,porem desta forma nunca consegui nem marcar uma reuniao na minha rua,hj mesmo nao falando a mesma lingua socialmente falando,ja consigo ser percebido mesmo quando nao estando presente,e com esta postura creio que irei conseguir colocar em pratica meus sonhos e objetivos,que com certeza é o sonho da populaçao que vive oprimida sem espectativa de futuro,sem até o basico pra sobreviver,resalto sao sonhos que ja esram pra ser realizados se vivessemos numa democracia onde todo cidadao tem direito a saude,educaçao e transposrte,oxala que conseguimos!!! basta se juntar ao lado de quem quer fazer politica com paixao e nao por ma intençao,as mas intençoes a gente conhece de longe e como vc é muito cohecedor em precisa dizer quem qe.abraçoa....muitos entram na politica por querer o poder, e muitos entram mas nao obtem exito por serem complacentes com o poder ! !,e nao sera este nem o proximo governo,e provavelmente nunca aparecerá pessoas com personalidade pra mudar nossos rumos,cada um defende la ou ca fora o que ira te levar mais longe,e assim vai.

Adelcio Almeida Alcântara

Alison Rogério, realmente todos nos queremos ver o futuro dessas novas gerações de Itapecerica da serra que eles também goste de política, mais política do bem a política e fundamental mais não como se Vaz aqui em Itapecerica da serra ou seja no Brasil ,falo em delta porque conheço todos esse pessoal, não e caso da maioria da população Itapecerica na que esta ai nos mais diversos bairros afastado ,a corrupção nesse pais está no DNA Passa de pai para filho. Alison,na semana passada, pretendi colocar em discussão o uso indevido da palavra “democracia”, vocábulo que nos é muito caro, mas que vem sendo abastardado pela sua pretensa identificação semântica com “capitalismo” ou “liberalismo” . Será que realmente estamos em uma democracia só porque vivemos debaixo de um sistema que garanta a livre expressão? Se o que nos cerca são desigualdades históricas, crônicas, onde a fome e a miséria estão presentes, essa é , realmente, uma “democracia”? Algumas outras expressões consagradas, no campo da política ou da economia, sempre me incomodaram. Lembro que, quando jovem, o pessoal da direita se referia aos exploradores – aí entendidos os latifundiários, os coronéis do açúcar, os grandes capitalistas, etc – como a “classe produtora”, desprezando totalmente, no processo de produção da riqueza nacional, os trabalhadores do campo e da cidade, numa demonstração clara, pela seleção vocabular, de segregação social. Hoje esse termo é menos usado, mas encontra um certo substituto na palavra “empreendedor”, que parece querer referir-se tão somente aos que, detendo o capital, podem criar empresas. Outra palavra que não me cai bem aos ouvidos, pela generalização com que hoje é empregada, é o termo “consumidor”. Parece que se está extinguindo o “cidadão”, palavra que remete a todos os direitos e deveres do ser humano em uma sociedade democrática, trocada por esse vocábulo que revela claramente a essência de uma economia “de mercado”, na qual as pessoas valem pelo que possuem ou podem possuir e só nessa condição devem agir. Aliás, a palavra “mercado” também é incomodativa, porque ocupa, hoje, destaque equivalente ao dos magos e demiurgos de antigamente, quase um deus a comandar o espetáculo da desigualdade social. Quando ouço declarações de que “o mercado está nervoso”, confesso que eu é que fico, diante desse disparate metonímico. Nem vou dizer aqui, ainda no plano da economia, o que penso da “lei da oferta e da procura”, pois certamente seria trucidado verbalmente pelo pessoal do economês. Mas sempre me pareceu estranho que, havendo maior procura por um bem, este tenha que ter seu valor aumentado: é o mesmo bem, sua produção demandou o mesmo custo, mas ele passa a “valer mais” porque há mais gente que o tem como objetivo. Confortável para quem produz, não? Mas e o outro lado, como é que fica? Fica pagando mais... Na relação de palavras ou conjunto de palavras que me parecem exotéricas, está a expressão “segredo de Estado”. Afinal, que é o Estado, quem é o Estado? Em boa hora, em episódio recente, o Governo parece que acabou entendendo que não poderia declinar da divulgação dos fatos da história brasileira , para o conhecimento geral do povo. Sei que certas recalcitrâncias se fazem ainda em nome de uma malfadada “governabilidade”, mais uma palavra perversa que coloca certos políticos ou grupos em condição de, velada ou escancaradamente, chantagear o Governo, condicionando seu apoio a medidas sérias em troca de decisões não tão sérias, como, por exemplo, a de condenar ao silêncio fatos significativos de nossa história. É coisa petrificada na política nacional: nenhum partido governa sem o PMDB, essa aberração política que pode estar á esquerda ou à direita, desde que atendidas suas conveniências de desfrute do poder. E a esse processo de submissão se dá o nome de “governabilidade”... No campo da política, e em outros, a mídia usa e abusa de uma palavra que me causa espécie: “o especialista”. Você pode apostar que, quando a mídia tem interesse em disseminar tal ou qual opinião, sempre há de mencionar um “especialista” que, ouvido, diz exatamente o que se pretende que ele diga. Trata-se de especialistas por conveniência... O que me lembra Darcy Ribeiro, que, ao falar sobre especialistas, dizia que há pessoas que, quanto mais se aprofundam no saber do que sabem, mais ignorante ficam no resto. Estava no meio desta coluna quando ouvi alguém falar na tal de “falta de vontade política”, para justificar a ausência de uma atitude por parte de um determinado governo. Ora, quando qualquer governo não faz alguma coisa é porque não quer fazer , ou porque não acredita naquilo, ou porque pretende outra coisa. Sendo assim, “vontade política de não fazer” seria uma expressão melhor... Fazendo aqui uma autocrítica, porque eu mesmo já usei muitas vezes essa expressão, cá para nós, “vontade política” é eufemismo vazio, tão vazio quanto a palavra “atitude”, impiedosamente usada hoje por cronistas esportivos para mostrar que o atleta X ou Y deve agir no sentido W ou Z... O que você acha da expressão “clamor da opinião pública”, quando utilizada pela mídia a serviço de seus objetivos nem sempre confessados? A “opinião pública” é , quase sempre, a opinião que se publica, ou seja, a opinião que segue a linha político-ideológica do órgão midiático que a apregoa. Seguimos , assim, nesse cotidiano repleto de palavras vazias, ou enganosas, ou falsas. E este texto não tem o propósito ou a pretensão de vê-las banidas, que essa é uma luta inglória, mas quer propor, pelo menos, um convite ao enfrentamento. Afinal, em outro contexto, Drummond já havia afirmado: “Lutar com as palavras é a luta mais vã. No entanto, lutamos”. Cuidado com o que você vê ou fala porque graça a Deus não fiz parte dessa administração com mazelas irreversíveis para cidade de Itapecerica da serra,uma cidade que vive da mentiras políticas,uma cidade que dorme acorda sem Rumo, e sem futuro,mesmo que já foi boa por natureza,natureza da qual ja foi destruída por toneladas de bota fora por todas as partes da cidade,e isso e real não tem como mudar ou você tem um nome de uma pessoa para mudar o rumo dessa cidade !!!!!!!!!!!!!!

alison rogerio

nossa adelcio,se vc faz como se fala ou como parece conhecer deveria ajudar a construir este futuro,entrar junto com esta juventude que vem com muia vontade,pode até nao ar resultado ou ser frustante a nossa participaçao,mas estamos tentando e iremos ousar independente de sigla partidaria o que queremos é os nossos direitos,e pra isso estamos se unindo a cada dia e esta pegando muita força,espero que venha co agente e esqueça vereadores pois quem manda e quem faz na cidade é o prefeito!

ADRIANO

Bela explanação senhor ADELCIO,parabéns!

Edson

Espero que esses jovens possam utilizar essa conquista para melhorias da cidade, nesse mesmo espaço da câmara (praça) podemos presenciar com frequência jovens reunidos para beber e se drogar, lamentável..........

Adelcio Almeida Alcântara

E muito triste em ver esse monte de mentirósos fazendo parte Dessa foto Reencontrando a infância A juventude de Itapecerica poderia muito mais ,como Reencontrar a infância é descobrir o menino que vive dentro de nós. Esse reencontro exige um despojamento. Libertar-se de amarras e dos políticos dessa cidade Grilhões nos prendem: agenda, compromissos de mil espécies, coisas a comprar, projetos de “ter”. Ter cada vez mais, como se a vida fosse uma conta-corrente. Mais importante é “ser”: ser falho, ser autêntico, ser pessoa, ser feliz. Fernando Sabino e Rubem Braga foram sócios numa editora que fundaram e afundaram. Já pelo nome escolhido para a casa – Editora Sabiá, podemos concluir que o projeto era mais poético do que econômico. O sabiá é uma ave especialmente amada pelos poetas: "minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá - as aves que aqui gorjeiam não gorjeiam como lá" (Gonçalves Dias); "vou voltar para o meu lugar - e é lá - que eu hei de ouvir cantar - uma sabiá" (Chico Buarque). Fernando Sabino, bem mineiro, estava preocupado com compromissos que se acumulavam sem as competentes providências. Rubem Braga desanuviou a mente do companheiro de aventura editorial: “Desde quando temos de resolver todas as coisas, Fernando”? O mundo precisa mais de sonho do que de pragmatismo. Esse povo que faz guerra, que joga bomba em cidades matando populações civis, não pertence ao grupo que sonha. Esse povo justifica sua conduta em argumentos pragmáticos. Estando a caminhar pelas estradas da sétima década, ando à procura da infância que deixei em Cachoeiro de Itapemirim. Convido os leitores que tenham mais de trinta anos a fazer esse mesmo caminho de volta. No itinerário de regresso ao passado, todos nos convenceremos, tenho certeza, de que foi essencial, e não meramente acidental, o conselho de Jesus Cristo para que fôssemos como as criancinhas. Um dos expedientes que estou usando para reencontrar a infância consiste em estudar alemão. Tenho uma professora particular – Gisele Servare, que me ensina com competência, paciência, didática. As aulas de alemão constituem para mim uma volta à infância. Lembro-me de meu Pai, cuja língua materna era o alemão e que, até morrer, falou português com sotaque germânico. Lembro-me dos acordes e da letra da canção “Noite Feliz”, que eu cantava em alemão e que alegrava, quer em português, quer em alemão, os Natais em nossa casa. Escrevo esta página olhando para o mar, na Praia da Costa, uma das mais belas do Espírito Santo. Contemplo o mar e novamente volto à infância, recordando os Verões passados em Marataízes, praia localizada no sul capixaba. Referências de tempo e de espaço são referências existenciais. Nós perdemos o leme da vida quando nos desgarramos do espaço e apagamos as marcas do tempo. Nós nos integramos psicologicamente quando o tempo volta à memória e o espaço da infância revive em nossa retina, aqui em Itapecerica da serra se vê 18 anos de regreção aonde essas pessoa que aparece nessa foto deveria se envergonhar parar de tirar o povo burros,ver que os mesmo jogou sujo a oito anos atrás se amarraram se agredirão pelos 4 cantos da cidade agora estão unidos juntos PSB e PMDB e coligação rumo ao Futuro Boa por natureza para administrar essa Cidade Mãe Itapecerica da serra mais 8 anos vamos Por um delta aqui para o final !!!!!!!!!!!mais esta chegando o natal quem sabe Pai pai Noel não seja generoso com crianças de Itapecerica da serra e mude 80% desses vereadores sem compromissos com futuro dessas crianças da fotos e muito outras esquecidas nos bairros distante da realidade dessa cidade........

alison rogerio

nao poso deixar de parabenizar estes jovens que com certeza chegaram com muita força e ira trazer bons frutos a sociedade.parabens a todos que levaram este projeto a frente e conseguiram trazer este importante gremio a nossa cidade... parabens!!!

ADRIANO

APROVA UM PROJETO QUE RETIRE O LIXO DA PORTA DE CASA. ESTOU AMARRADO SEM PODER FAZER MELHORIAS NO TERRENO. QUANTA INCOMPETÊNCIA.... SÓ ESPERTOS E FUTUROS CANDIDATOS C/IDÉIAS RIDICULAS PARA SOULÇÃO. MORADOR DA RUA BOGOTÁ,CANSADO DE RECLAMAR.... MAIS UMA COISA,QUEM QUISER CONSTRUIR LIXEIRA COMUNITÁRIA,QUE O FAÇA NA CASA DA.....

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