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Ação da GCM e PM acaba com bailes funk em Embu

Por Prefeitura da Estância Turística de Embu das Artes | 19/10/2011

bailes_rua

DivulgaçãoBailes funk em Embu são desmontados pela PM e GCM

Uma séria de ações conjuntas da Guarda Civil Municipal (GCM) e Polícia Militar (PM) está acabando com os bailes funk que estavam perturbando a rotina de pelo menos cinco bairros em Embu das Artes. Conhecidos como “pancadões” os bailes aconteciam no meio da rua impedindo o tráfego local, causando transtornos aos moradores e extrapolando os limites de som previstos na Lei da Poluição Sonora.

Os bailes eram regados a bebidas alcoólicas, usadas indiscriminadamente por jovens e adultos. Cada local reunia entre 200 e 300 pessoas impedindo os moradores de se locomover em suas próprias ruas. O ambiente impróprio era completado pelo uso frequente de palavras de baixo calão e a desordem generalizada.

“Os bailes começaram há pouco tempo e se espalharam rápido precisamos de uma ação inteligente e ágil para conseguir restabelecer a ordem. Ao menos por enquanto conseguimos acabar com essa prática e estamos preparados para evitar outros”, afirma destaca Dirceu Alves, comandante da GCM.

Segundo ele, até o momento, a GCM e a PM fizeram ações no Valo Verde, Jardim do Colégio, Dom José, Pirajuçara e São Marcos. Vários carros foram multados e o tráfego local foi liberado imediatamente, bem como o restabelecimento da ordem.

“No Pirajuçara houve resistência e precisamos ser mais enérgicos num primeiro instante. Não dá para saber quem estava comandando esses bailes, mas se não tivéssemos agido iriam se espalhar rapidamente”, sustenta Dirceu Alves.Ele esclarece que a determinação do governo municipal é acabar com o fechamento das ruas e garantir o sossego para os moradores locais”, enfatiza o comandante lembrando que  “o apoio da Polícia Militar tem sido fundamental para a realização dessas ações”.

As ações da guarda para impedir a perturbação do sossego são freqüentes. Segundo dados divulgados pela GCM, em seu último relatório mensal, o número de veículos autuados por Poluição Sonora mais que dobraram, passando de 52, em janeiro de 2011, para 107, em setembro, e 35 a mais que agosto.

No total, em nove meses, foram 626 veículos multados por andarem com som em volume abusivo. Já os casos notificados por perturbação do sossego, triplicaram em nove meses. Em janeiro, foram feitas 16 notificações e em setembro esse número subiu para 54, quatro a mais que agosto e 15 a mais que julho. De janeiro a setembro, a GCM fez 318 notificações por esse tipo de ocorrência. No mesmo período (janeiro a setembro), 162 bares foram fechados por funcionarem fora do horário permitido, após as 23 horas, 21 em agosto e 16 em setembro.

Essas ações ajudam a reduzir a criminalidade, e outros tipos de ocorrência, cometidas por pessoas alcoolizadas. O Governo Municipal tem investido em outros meios que ajudam a reduzir a criminalidade e garantir a segurança da população. Uma delas é a recuperação e iluminação de vias e praças. Também, a ampliação do Sistema de Vigilância 24 horas composto por 62 câmeras de monitoramento, instaladas no Centro Histórico e Centro Expandido, do Vista Alegre ao Capuava, incluindo o centro comercial do Santo Eduardo.

Elas auxiliam na prevenção e na investigação de crimes, tendo em vista que em caso de ocorrência ou suspeita, a GCM e a Polícia Militar são acionadas imediatamente. Para denunciar qualquer abuso no volume de aparelhos sonoros ou ações de perturbação do sossego, basta acionar a Guarda Civil Municipal pelos telefones: 153 ou 4781-3249.

Eduardo Muniz

Bom dia a todos. Escrevo aqui minhas impressões acerca da lei do silêncio, participei das plenárias e sonhei em ter um município mais calmo e menos barulhento ,mas pelo que vi e presenciei a lei não vai pra frente por simples vontade política. A gcm em seu brilhante trabalho efetua a autuação, mas a fiscalização do município não gera a multa e concomitantemente a impunidade impera. Fica aqui minha grande consideração pelos guardas municipais e ao Seu comandante DIRCEu que sempre que solicitei os mesmos compareceram e demonstraram total interesse, pena que a fiscalização do município não demostra o memso interesse. Revoltado com o prefeito e sua corja de capangas transvestidos dos cargos de confiança.

chrystian

nao gostei por ter tirado os bailes funk das ruas serto que as drogas eran muitas.

Marco

complementado ... lá no Capirão que foi feita a festa dos funcionário no ano passado, iria ser feito o plano diretor mas foi embargado por outras questões juduciais e não ocorreu, foi lá também que neste ano o prefeito se reuniu com a base aliada e os comissionados para eles ampliarem a coletividade e explanarem em seus bairros as obras da prefeitura. Diante de tanto uso do Caipirão pela prefeitura, vulgo chico brito, dúvido que haja ou haverá restrições ao caipirão ou aos demais empreendiementos políticamnete cobertos pela força ecõnomica e política! lamentável, mas diante da democracia distorcida em que vivemos eu acredito em tudo, alias eu presencia a maioria destas aberrações!

Marco

Para o Sr, Wilson. Concordo com suas palavras, mas o senhor visivelmente deve perceber a diferença entre o centro e a periferia. Por que o som alto do centro o incomoda tanto, se for do Largo 21 de abril eu discordo pois lá existem pouquíssimas casas, mas se for do bairro centro em geral eu concordo. Pela legislação todos os estabelecimentos estão sujeito a lei seca, que possibilita o funcionamento até as 23h para locais onde vendam bebidas alcoólicas e não tenham a autorização especial para ultrapassar este horário. Porém a lei de poluição sonora só permite a estrapolação dos limites somente para eventos realizados e organizados pela prefeitura. Os eventos autorizados pela prefeitura mas que não são organizados por ela devem atender os limites estabelecidos ou sofrer as sanções da lei via fiscal ou GCM. Porém o fical faz a autuação e o GCM faz o bogc que poderá se transformar em multa pecuniária ou não dependendo da força política do lcoal autuado, impreterivelmente. Por exemplo o caipirão é um locaL que não pertence a prefeitura e nem tem a sua organização gerida por ela, eles sempre ultrapassam os limites e nenhuma multa ou consequencia os atingem, será por causa política, monetário ou o que quer que seja eles estão imunes a lei de pouluição sonoroa, se alguém que saber o motivo desta isenção pçor gentileza procurem a prefeitura, ou o prefeito chico Brito em um dos seus vários endereções espalhados pelo Embu adquiridos após a sua eleição e as diversas obras geridas por ele para sabe pois nem eu sei, e pior o som do caipirão é tão alto que atinge vários bairros e arredores e ninguém tem peito para coibir tal infração! E o pior é escrever tudo isso e nem ser divulgado aqui, fazer oque nem sempre a dita imprensa é livre

beto

Funkeiros, venham para Taboão da Serra, aqui pode tudo, só não pode andar na linha. Estacionamento é o que mais tem, é so colocar o carro em cima da calçada,fiqem a vontade. Silêncio? Aqui desconhecem essa palavra muito menos fiscalização.

Wilson

Apoio o trabalho da GCM, esse bailes funks são impróprios nos locais onde estão acontecendo. Não recrimino a música, mas as pessoas precisam ter seu descanso garantidos. Só não entendo porque a GCM e a PM não atuam da mesma forma no centro de Embu. Lá, a exemplo das periferias, as noites são regadas a música muito alta, bebida e droga, e nunca vi a polícia mandar fechar nenhum daqueles bares. Eu gostaria de saber se a lei de poluição sonora e a lei que determina o horário de fechamento dos bares só existe para os bairros?

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