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Delegado quer indiciar assassino da copeira Dilma por ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado, estupro e homicídio qualificado  

Por Sandra Pereira | 22/08/2018

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Arquivo

A Polícia Civil de Taboão da Serra está finalizando o inquérito que apura o sequestro, estupro, tortura e assassinato da copeira Dilma Silva de Oliveira, 45 anos, moradora do Saint Moritz. O ex-segurança e ex-inspetor de alunos, Weliton Santos Borges, assassino confesso da copeira será indiciado pelos crimes de ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado, estupro e homicídio qualificado (motivo torpe, sem possibilidade de defesa da vítima e evento morte para ocultar os crimes anteriores).

De acordo com o delegado Christian Nimoi, as investigações mostraram a frieza e a crueldade do assassino. O delegado afirmou que o assassino poderá ser condenado a até 30 anos de prisão.

Para o delegado, o caso da copeira Dilma foi o maior e mais delicado apurado no 2º Distrito Policial de Taboão da Serra. Também foi um dos mais rápidos solucionados, já que a vítima foi achada as 14 horas e o acusado estava identificado e detido as 19 horas. Depois de preso o assassino foi levado para o Centro de Detenção Provisória de Guarulhos, unidade prisional para os criminosos autores de violências sexuais.

"Estou ouvindo as vítimas do Embu das Artes e do 75º DP para demonstrar que o preso não queria simplesmente efetuar o roubo, mas sua intenção seria o sequestro para fins libidinosos, sendo este o seu modo de execução do crime", afirmou o delegado Cristian Nimoi.

O delegado relatou que o assassino confesso da copeira Dilma da Silva Oliveira é acusado de ter estuprado a própria filha, de apenas 7 anos, no dia 17 de julho. É acusado de estuprar uma mulher no Jardim Arpoador, no Natal de 2016 e acusado de estuprar uma moradora do Embu, em 2010. A longa ficha de acusações veio à tona durante as investigações e surpreendeu a equipe.

De acordo com o Dr. Cristian Nimoi, uma vizinha da casa onde ela foi mantida confirmou ter ouvido gritos de socorro na casa alugada onde Dilma foi brutalmente assassinada.

“Os policiais também ouviram testemunhas que comprovam o perfil frio do criminoso, principalmente por nas datas de 11/08 e 12/08 ficar no bar, ingerindo bebidas alcoólicas, enquanto o corpo da vítima estava embalado debaixo do sofá”, observou o delegado.

 

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