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Projeto da UNIFESP é estudado por técnicos

Por Prefeitura da Estância Turística de Embu das Artes | 19/12/2010

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DivulgaçãoTécnicos da Prefeitura e Unifesp tratam do projeto

Um prédio de linhas modernas, com três pavimentos e subsolo, cerca de 6.000 metros quadrados de construção num terreno de 10.000 m². Essas são algumas das características do projeto arquitetônico do campus de graduação sul e sudoeste da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A unidade dos cursos de graduação será erguida num campus tido pela própria instituição como diferenciado, pois estará envolvido por 1,6 milhão de metros quadrados do Parque Embu-Mirim, cujas obras de implantação já começaram.

O projeto arquitetônico do edifício foi tema da primeira reunião entre técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Urbano de Embu das Artes e do Departamento de Engenharia da Unifesp realizada no último dia 30/11.

O diretor de Engenharia, Nivaldo Campos, os arquitetos Margareth de Paula e Osvaldo Portugal, e a assessora da Pró-Reitoria de Extensão da Unifesp, Iara Marques, conversaram com os arquitetos José Ovídio Peres, secretário adjunto de Desenvolvimento Urbano, e Eduardo Galli, autor do projeto arquitetônico.

Esclarecendo a questão sobre a legalidade da área em que estão sendo implantados o parque e a universidade, o secretário adjunto explicou que a licença ambiental assegurada pelos órgãos competentes é a mesma expedida para a construção do Rodoanel, que circunda todo o parque.

Galli mostrou que a construção se divide em duas “sessões”: salas de aula de um lado, laboratórios e salas multiuso de outro. A biblioteca poderá ficar no pavimento térreo do prédio ou ainda na área externa. Já o restaurante – uma preocupação da Unifesp – faz parte das instalações do parque, assim como o anfiteatro e auditório, que já estão em construção.

O projeto deve ser adequado ao número de alunos previsto e aos cursos que serão oferecidos. As salas de aula, por exemplo, devem preferencialmente ter a forma de um anfiteatro, com capacidade para até 140 alunos. As menores medirão 50 m², para 30 alunos.

Outro aspecto abordado pelos técnicos é o transporte dos estudantes. De acordo com o Plano de Mobilidade Urbana do município, serão estudadas as alternativas de transporte entre as estações de metrô mais próximas, os terminais metropolitanos, a Rodoviária de Embu das Artes, em construção, e o Parque Embu-Mirim.

Essas e outras especificações fazem parte do Plano de Necessidades do novo campus, que deverá ser elaborado pela Unifesp. O plano servirá como documento-base à criação do projeto executivo da obra.

O campus de graduação terá inicialmente um prédio com capacidade para 1.200 alunos. A obra entrará em processo de licitação e a expectativa é que comece em março. Uma nova reunião deverá ser realizada em breve entre as equipes técnicas na sede da Unifesp, na Vila Clementino, em São Paulo, se possível com a participação do pró-reitor de graduação, Miguel Roberto Jorge.


Maria Regina Teixeira

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