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Mulher morta e queimada no Laguna ainda está sem identificação no IML de Taboão

Por Sandra Pereira | 20/08/2017

mulher

Sandra PereiraHomem usou garrafa pet para apagar chamas do corpo da mulher que ainda não foi identificada

A mulher encontrada na noite da sexta-feira, 18, com o corpo em chamas após ser estuprada e brutalmente assassinada permanecia sem identificação no IML de Taboão da Serra até a noite deste domingo, 20. O corpo dela foi jogado entre as rua Ângela Maria Cardoso e Maria Aparecida Nicoleti, no Parque Laguna, em Taboão, sem nenhuma identificação. Testemunhas relataram que o corpo foi deixado por um Pálio de cor escura, que passou rapidamente pela rua e saiu do local em velocidade. 

Quem viu as imagens brutais, se chocou com a frieza de mais um caso de feminicídio, o quarto na cidade esse ano. Ninguém sabe ainda se a mulher era moradora de Taboão da Serra. Há a possibilidade dela ter sido estuprada e morta em outro local. Dentro da vagina dela era possível ver objetos, mas que não foram identificados na rua.

Imagens das Câmeras de segurança vão ajudar o trabalho da polícia. O crime foi registrado como homicídio Simples, pelo delegado Francisco José Videira, do 1º Distrito Policial de Taboão da Serra.

A mulher assassinada foi encontrada ainda em chamas por um casal de jovens. Eles acionaram a polícia. O proprietário de uma casa na rua foi quem apagou as chamas do corpo. Ele correu à sua casa encheu garrafas peti para conter as chamas.

A crescente violência contra às mulheres em Taboão da Serra e na região se traduz nas frias estatísticas de crimes que apontam o crescimento dos casos de assassinato e de estupro.

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