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Eduardo Nóbrega comemora aprovação das contas da Câmara de 2013 pelo TCE

Por Sandra Pereira | 24/05/2017

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Thiago Walter

O Tribunal de Contas de São Paulo (TCE) aprovou nesta terça-feira, 23, as contas da Câmara Municipal de Taboão da Serra no ano de 2013 durante a gestão do ex-presidente Eduardo Nóbrega, que administrou a Casa de Leis no biênio 2013/2014. A aprovação das contas encerrou um período de expectativa forte do ex-presidente por conta de um entendimento equivocado do TCE, que num primeiro momento rejeitou as contas dele. A decisão foi reformulada após Eduardo Nóbrega apresentar defesa comprovando que ele reduziu o número de cargos de livre nomeação na sua gestão.

"Eu fiquei muito feliz com a decisão do Tribunal de Contas e evidentemente aguardei com muita ansiedade esse resultado. Não só pelo fato das contas serem julgadas regulares, mas principalmente porque esse julgamento fez justiça a uma administração que teve a maior oportunidade da história do parlamento que era a de fazer a reorganização no parlamento”, afirmou

Segundo Nóbrega sua gestão Diminuiu pela primeira vez na história da Câmara o número de funcionários livre nomeados, saindo de 126 para 76.

“Nós tínhamos apenas 20 ou 30 funcionários efetivos, o número de livre nomeados era maior e invertemos a lógica, passamos a ter mais efetivos que livre nomeados e aumentamos o salário de todos, aumentamos o vale-refeição e como prêmio para toda essa reestruturação administrativa, nós conseguimos os valores necessários pra construir o tão sonhado prédio próprio da Câmara Municipal.", disse o ex-presidente.

Antes de Eduardo Nóbrega apenas o ex-presidente José Macário tinha conseguido aprovar contas na Câmara Municipal de Taboão. Na região vários ex-presidentes de câmaras municipais deixaram a vida pública depois de terem as suas contas rejeitadas pelo Tribunal.

"O Tribunal hoje coroa, fecha com chave de ouro, uma presidência histórica em Taboão da Serra. E, lógico, permite sonhar com o futuro, porque em caso de uma rejeição de contas eu ficaria inelegível. Então, com esse resultado eu contínuo na vida pública e cada vez mais forte e com muita fé de que a Câmara vai ser o grande ator do processo de sucessão que vai acontecer em 2020", finalizou;

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