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Sociedade de Veteranos entrega homenagens a PMs, delegados e autoridades em Taboão

Por Sandra Pereira | 28/07/2016

medalha

Sandra PereiraHomenagem de veteranos á autoridades da cidade

Policiais militares, delegados, Guardas Civis Municipais (GCMs), a advogada Marilene Trapell e o pré-candidato a prefeito de Taboão da Serra, José Aprígio, foram agraciados com entrega da medalha "Mérito dos Pacificadores"  realizada na Câmara Municipal de Taboão da Serra, nesta quarta-feira, 27. O delegado Ivan Rosas Teixeira recebeu a homem representado o delgado seccional Dr. Dejar Gomes Neto.

“Os homenageados são pessoas ilustres que, dia-a-dia, prestam relevantes serviços à população, no âmbito Municipal, Estadual, Nacional ou até Internacional, promovendo assim entendimento entre os povos. Por esses motivos é que recebem a medalha “Mérito dos Pacificadores”, criada pelo Centro de Operações de Paz, Ministério da Defesa/Exército Brasileiro e conferida pela Consultoria Nacional de Outorgas do Estado do Rio Grande do Sul”, explicou o sargento PM Alexandre Albino um dos organizadores do evento.

Os agraciados elogiaram a iniciativa e se mostraram gratos com o reconhecimento, especialmente pelo fato dela ser concedida pela Sociedade dos Veteranos da guerra de 1932.

Saiba mais sobre a revolução         

Durante a homenagem foi exibido um documentário retratando a revolução de 1932, conhecida como a guerra de São Paulo. Esse foi o Maior conflito armado do país no século 20. A Revolução de 1932 durou dois meses. Sem o apoio esperado - e com o armamento em frangalhos, o estado não teve chance contra o governo federal.

O maior conflito armado do século 20 no país, aconteceu entre os dias 9 de julho e 2 de outubro de 1932, colocou de um lado o chamado Exército Constitucionalista e, de outro, as forças federais. Formada por militares rebelados, membros da Força Pública Paulista (FPP) e voluntários, a tropa rebelde brigava contra a ditadura de Getúlio Vargas que, em 1930, acabara com o Congresso e anulara a Constituição.

O plano de guerra formulado pelos chefes militares antes do 9 de julho era simples. São Paulo bloquearia o Vale do Paraíba para impedir uma manobra federal contra o território paulista. E Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Mato Grosso adeririam à causa. Mas, diante da falta de aliados, Klinger sabia que apenas um acontecimento externo poderia evitar São Paulo de ser esmagado. As opções eram o surgimento no exterior de um fornecedor de material bélico, os sonhados levantes por outros estados, a sublevação da Marinha de Guerra ou até mesmo uma paz negociada com o governo. Para dar tempo para que esse acontecimento externo realmente ocorresse, a ordem era resistir.




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