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Embu das Artes recebeu curso gratuito para produção de árvores nativas

Por Assessoria de Comunicação | 8/07/2016

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Divulgação Promovido pela SEAE, os participantes ainda saborearam um almoço vegetariano

A Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE promoveu, no último dia 25, o curso gratuito “Introdução a Produção de Mudas Nativas”, ministrado pelo especialista Alexandre Fraga, do Instituto ECODAN de Pesquisa e Conservação Ambiental. O evento foi realizado no Espaço Virada Eco, local de pré-instalação do Viveiro da SEAE, onde os alunos puderam ver na prática exemplos de plantios e equipamentos necessários.

Fraga explicou que o primeiro passo para quem deseja desenvolver tais atividades é definir que tipo de viveiro e instalação vai utilizar. Eles podem ser permanentes ou temporários e os modelos variam de: Tarimbas ou Espaldares, Estufas, Telados e Túnel Hermano.

Em seguida, deve-se atentar à escolha do local. Para isso, é preciso levar em conta os aspectos de praticidade para o cotidiano, como: água, acesso e distância, ventos e insolação, mão-de-obra, drenagem e declividade, localização do terreno e a presença de ervas daninhas.

Um terceiro passo é se apropriar de ferramentas necessárias e compostos para o solo. Análise, escolha, coleta e armazenamento de mudas e sementes também foi abordado, juntamente com os métodos de plantio e irrigação.

No curso, foi evidenciado que você pode começar a plantar mudas hoje mesmo, com o que tem disponível. Independentemente de se ter uma estufa, o importante é começar. É possível, por exemplo, germinar as sementes em embalagens recicláveis ou até em cascas de ovos. Também não precisa de muito espaço, pode ser em um pequeno cantinho do seu quintal ou até em sacada de apartamentos. Para adquirir sementes, você pode aproveitar das árvores do seu redor, que muitas vezes são varridas junto com as folhas e jogadas no lixo.

A importância das árvores nativas também foi discutida na palestra: “a escolha de árvores nativas de cada região são importantes também para a conservação da fauna local, uma vez que flores e frutos de espécies originarias de outras regiões/países (exóticas) podem não servir de alimento para as espécies que aqui vivem, além de poder se tornar invasoras, isto é, se multiplicar descontroladamente e vir abafar, prejudicar ou até extinguir espécies locais que não estão preparadas para esse tipo de concorrência”, comenta Rodolfo Almeida, presidente da SEAE.

Recentemente, várias iniciativas de recomposição da vegetação nativa dentro das cidades tem ganhado força nas redes sociais, com a proposta de trazer de volta espécies naturais. São os “Plantios de Florestas de Bolso”, onde é formada uma micro floresta em uma praça ou parque com plantas que se ajudam, competem e apoiam. Nessas atividades, o maior custo é da compra das mudas, e a produção de mudas em casa pode ajudar a tornar as ações cada vez mais baratas e comum. Exemplos de grupos que já praticam essas atividades são: “Plantando por ai”, “Floresta de Bolso” e “Anjos da mata atlântica”.

O bioma de Embu das Artes é predominantemente de Mata Atlântica. Esta característica incluiu a cidade em duas Reservas da Biosfera: do Cinturão Verde da cidade de São Paulo e da Mata Atlântica; ambas protegidas por leis federais.
A realização do evento é parte do quadro de responsabilidade socioambiental da SEAE, em parceria com o Espaço Virada Eco, e visa disseminar o conhecimento das espécies nativas e estimular o plantio de novas árvores na região.

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