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Processo eleitoral do prefeito Chuvisco é debatido em sessão de Itapecerica

Por Direto da Redação do Jornal na Net | 25/11/2015

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Genildo RochaSessão ordinária aconteceu nesta terça-feira, dia 24, em Itapecerica da Serra 

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral em inocentar o prefeito Chuvisco e sua vice Regina Corsini, na última terça-feira, dia 17, com votação de 4 votos a 3, foi tema da sessão ordinária desta terça-feira, dia 24, em Itapecerica da Serra. os vereadores José Martins e Hércules da Farmácia afirmam que o prefeito sofreu um processo eleitoral de quase três anos e governou a cidade sob desconfiança e incertezas, em contrapartida o vereador de oposição, Sangue Bom declarou que a Justiça falhou no julgamento.  

O vereador Hércules da Farmácia levantou o assunto em tribuna e afirmou que a prova, que era uma gravação não possui autorização judicial, ou seja, por lei ela não conta como parte do processo, além disso salientou que o prefeito e sua vice não tinham conhecimento da reunião realizada no Hotel Delfim Verde, dias antes da eleição municipal de 2012. 

"O prefeito Chuvisco ganhou uma eleição e sofreu uma denuncia de sufrágio de compras de votos,  de uma reunião que foi feita no Hotel Delfim Verde, na qual ele não estava presente e não tinha ciência. Essa reunião foi gravada e alguém pediu voto para o Chuvisco prefeito. Reunião essa que eu reitero ele não tinha conhecimento, não participou e não sabia dessa reunião. A lei diz que para crime de sufrágio a gravação tem que ser autorizada pela Justiça, e essa gravação não tinha autorização", defendeu Hércules da Farmácia.  

Em parte cedida pelo vereador Hércules da Farmácia, o vereador José Martins também comentou o fato e foi categórico em afirmar que o prefeito esteve a frente do Executivo municipal com forte condenação popular e diante da Justiça provou sua inocência.  

"Falando a verdade, Chuvisco governou 30 e tantos meses com uma espada da culpa na cabeça, teve que largar o poder para ir aos tribunais comprovar sua inocência. Afinal é inocente transitado e julgado, governou inocente atrapalhado por essa decisão e teve seu governo prejudicado porque ele não pode desempenhar como deveria. A Justiça tardou", falou José Martins.  

Rebatendo as afirmações dos companheiros, o vereador Sangue Bom declarou que a Justiça falhou no julgamento final do processo do prefeito Amarildo Gonçalves, o Chuvisco e aproveitou o momento para relembrar o cheque recebido pela esposa do prefeito Chuvisco, quando ele ainda exercia o cargo de presidente da Câmara Municipal. "Ele fazia parte da fraude, ele sabia o que estava acontecendo no Delfim Verde naquela ocasião. Eu que era da oposição fui convidado para ir lá, os professores sabiam. A Justiça não foi feita na terça-feira, corrupção em Brasília é o que mais tem", declarou. 


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