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Moradores estão chocados com morte de garoto que caiu do 26° andar em Taboão

Por Amanda Marques | 17/09/2015

condominio

Jornal na Net Aos 5 anos, Gustavo morreu tragicamente e comunidade está estarrecida

A população de Taboão da Serra, acordou nesta quinta-feira (17), com um misto de dois sentimentos: o choque e a tristeza. A morte de Gustavo Souza Storto de apenas 5 anos de idade aconteceu depois da queda do 26° andar de um dos prédios do Condomínio Pitangueiras I, na Avenida Aprígio Bezerra da Silva. 

Diante da circunstância, os moradores parecem não acreditar no ocorrido. De acordo com algumas pessoas, que residem próximos ao local da tragédia, o abalo e a emoção permaneceram durante todo o dia. Alugns afirmam que ainda estão confusos. Segundo a mãe de Gustavo, ela o teria deixado dormindo no quarto, para buscar o namorado em uma das linhas do metrô da CPTM. 

Maria Beatriz de 50 anos, moradora do bairro, está estarrecida, com o que de acordo com ela, foi uma tragédia muito dura de se enfrentar. Nas redes sociais, muitos internautas estão manifestando repúdio à atitude da mãe de Gustavo. A polícia civil envestiga o caso e afirma que à princípio, a morte foi ocasionada por um acidente, mas não descarta nenhuma das possibilidades.

As cenas do garoto estirado na garagem do prédio, veiculadas por alguns canais de tv, com tênis e mochila nas costas, referenciou um momento assustador, que jamais será esquecido não só pela cidade de Taboão da Serra, mas por todo o país.  Moradores de bairros vizinhos, como Intercap e Jardim Maria Rosa, por exemplo, disseram estar emocionados e chocados, ressaltando que ainda não entendem de fato, o que aconteceu com Gustavo. 

Aos 5 anos de idade, o garoto deixou os pais e a família. Os vizinhos informaram que ele  era muito tímido, mas sorria sempre. As fotos de Gustavo com o pai mostravam uma felicidade imensa, um brilho nos olhos. A comunidade acredita ser um acidente, mas alguns moradores permanecem não entendendo bem o que houve. Uma moradora do mesmo prédio disse estar em choque e não quis comentar o assunto. 

A dimensão do acidente é encarada pelas pessoas da cidade como uma fatalidade sem tamanho. Há de se imaginar como os pais estão vivendo isso. A mãe, por ter tê-lo deixado sozinho e o pai, por não ter conseguido se despedir do filho.

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