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Audiência pública da saúde é realizada em Taboão da Serra

Por Karen Santiago | 29/08/2010

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Audiência pública da saúde aborda problemas na região

A falta de leitos na região, dificuldade para a contratação de novos médicos, prestação de contas e apresentação do contrato de gestão com a Organização social privada (OS), a Iacta Saúde foram os principais temas debatidos na Audiência Pública da saúde realizada na última sexta-feira, 27 de agosto na Câmara Municipal de Taboão da Serra.

Os cerca de 40 participantes, entre médicos, enfermeiros, associações de bairros e moradores reivindicaram por soluções na saúde. Para o presidente da comissão de saúde, vereador Cido o Estado precisa ser cobrado, pois não tem responsabilidade pelo município.

"Estou acompanhando o caso da senhora que precisa ser transferida do Pronto Socorro da Antena, mas o Estado não tem como transferi-la por falta de leitos. Uma vida não tem preço, precisamos unir forças, enquanto poder público, sociedade civil para a construção de novos hospitais e o aumento de número de leitos", defendeu.

Segundo o Secretário de Saúde, José Alberto Tarifa a cidade e Embu juntas contam com 285 leitos para internação. "Precisamos de investimento, conseguimos aplicar na saúde R$ 18 milhões, 15%, o Estado não conseguiu aplicar o mínimo de 12% e as suas contas podem ser reprovadas pelo Tribunal de Contas. O Estado não tem cumprido com o seu papel, diferente do município", explicou.

Em relação à contratação de novos médicos para a cidade o secretário afirmou que existe muita dificuldade para conseguir profissionais qualificados. "Para trabalharem 40 horas, os médicos recebem R$ 9 mil, o salário deve ser ajustado para R$ 9.800, por isso prefiro manter os médicos (que são bons, mas não tem qualificação) trabalhando na cidade, porque muitos não querem trabalhar fixo, buscam por flexibilidade", afirmou.

José Alberto Tarifa ressaltou que a principal vantagem da contratação da Organização Social (OS) para o serviço público é a facilidade para a contratação de médicos. "Com a OS não vai mais existir a quebra de exercício, por exemplo, em 2005 não tínhamos ambulâncias, luvas, oxigênios, macas, medicamentos, isso não vai mais acontecer porque vamos fiscalizar e se percebemos algum problema não repassamos a verba que para a organização que não ganhará lucro pelo trabalho prestado, afinal é sem fim lucrativos", explicou.

Questionado sobre o contrato com a Organização que assumiu a saúde no começo de agosto, Tarifa afirmou ter estudado e analisado todos os fatores para a contratação e que se não tivesse confiança e certeza do trabalho realizado não assinaria. "Ninguém é louco de fazer experiência, pesamos na balança aspectos positivos e negativos e assumo o risco de afirmar que será extremamente favorável", salientou.

O contrato, segundo o secretário tem validade de um ano e pode ser renovado no período de 5 anos. "O processo será avaliado durante o ano e depois da análise podemos renovar ou não", justificou. Analisando a saúde de 2004 para esse ano, Tarifa afirmou que a cidade contava com 16 unidades de saúde, e esse ano soma 28. "Houve aumento no quadro de funcionários, recursos estão sendo investidos, mas o que antes era R$ 38 milhões de recursos na saúde, hoje ultrapassou a casa de R$ 80 milhões. Não posso gastar mais do que arrecado", finalizou.

No final da audiência pública, um abaixo assinado com intuito de chamar atenção do Estado para que haja mais investimentos na saúde da região, foi assinado por todos os presentes.

Também participaram da audiência os vereadores: Wagner Eckstein, Arnaldinho e a presidente do conselho de saúde Selma.

10º

EDNEIDE TOMAZ DOS SANTOS

BOA NOITE GOSTARIA DE PARTICIPAR DE UM PROCESSO SELETIVO PARA A IACTA SAUDE, COMO POSSO ENVIAR MEU CV E CONHECER VAGAS EM ABERTO NO PRONTO SOCORRO ANTENA OBRIDADA. EDNEIDE

Elisabeth Freitas Borges

Gostaria de fazer parte a equipe de vocês como eu posso fazer. Desde já agradeço Elisabeth Freitas Borges

Cristiane Fernandes de Paula

Gostaria de fazer parte da equipe de trabalho da Iacta Saúde, sou Enfermeira, Auxiliar de Enfermagem, Técnico de Enfermagem, ficaria feliz em participar do processo seletivo, obrigado!

Camila Rocha Lima

Olá, gostaria de fazer estágio nesta conceituada empresa... estou cursando técnico em nutrição. Atenciosamente, Camila Rocha Lima

HELIANA BESSA GUIMARÃES

BOA NOITE,GOSTARIA DE PARTICIPAR DO GRUPO DE COLABORADORES DA IACTA SAUDE. SOU FORMADA PARA EMFERMEIRA. OBRIGADA AGUARDO CONTATO.

Andreia

BOM NOITE, GOSTARIA MUITO DE FAZER PARTE DO GRUPO DE COLABORADORES DA IACTA SAUDE, ESTOU A DISPOSIÇÃO PARA PARTICIPAR DE UM PROCESSO SELETIVO, SOU FORMADA COMO ENFERMEIRA,TENHO EXPERIENCIA, OBRIGADA AGUARDO CONTATO

RAILDA TAVARES DA SILVA OLIVEIRA

BOM DIA GOSTARIA MUITO DE FAZER PARTE DOS COLABORADORES DA IACTA SAUDE, ESTOU A DISPOSIÇÃO PARA PARTICIPAR DE UM PROCESSO SELETIVO, SOU FORMADA EM TECNICO E AUXILIAR DE ENFERMAGEM. OBRIGADA AGUARDO CONTATO.

Rodrigo

Estive nesta Audiência Pública e acompanhei algumas no ano passado, essa atitude de abrir as portas do legislativo é muito importante, sei que a prefeitura tem muito a fazer, mas só de escutar e tentar solucionar os problemas da saúde já é um grande passo, tenho que parabenizar o Presidente da Comissão Vereador Cido, disto que o povo precisa, de transparência na votação de leis e fiscalização da prefeitura.

José Sudaia Filho

Sandra URGENTE, Você não pode colocar parágrafos nos comentários, será que a tecnologia ainda não permite isso?! Veja a 'massaroca' que ficou meu comentário acima sem os parágrafos. Quem vai ter coragem de ler um blocão desses, parece texto cartorial. VEJA O QUE PODE FAZER POR ESTE MODESTO ESCRITOR E CREIO, TAMBÉM, PELOS SEUS LEITORES! Com carinho e respeito José Sudaia Filho

Sudaia

Pessoas, bom dia Bacana a audiência pública da saúde. Ela nos transmite uma sensação de bem-estar semelhante a um tubete de Eparema depois de uma feijoada. Daonde surgiu a Iacta Saúde? Ela não deveria ser apresentada à população em audiência pública ANTES de assumir? Afinal ‘existe’ em TS uma participação popular ‘ampla e irrestrita’, como alardeiam os releases da Prefeitura? Todos confiam no dr.Tarifa, ele é muito popular e estimado na cidade. Só que, me desculpem, Sua senhoria assumir o risco de ‘afirmar que será extremamente favorável’ a EXPERIÊNCIA com a Iacta pouco quer dizer. Alguma vez alguém foi responsabilizado pelo que garantiu, como poder público municipal, e não aconteceu? Se alguém puder citar um caso, estou interessado em conhecer. Vejam o problema dos remédios distribuídos de graça à população. Fazem QUATRO meses que o fornecimento de medicamentos e insumos que compõem o kit diabetes que beneficia + de 2.000 pessoas em TS, está em crise e, nem a Comissão de saúde da CMTS, nem a Secretaria da saúde, nem o Conselho municipal de saúde (32 pessoas), nem o Conselho de Gestores (176 pessoas), absolutamente ninguém se dirigiu aos diabéticos da cidade e disse algo como: – Olha, sras. e srs., o fornecimento de remédios e insumos está muito diminuído, em parte pela interrupção de entregas da Furp e em outra parte por falta de verbas municipais para cobrir todas as necessidades, e então fizemos este plano de contingência, se não puderem ir às Drogarias e comprar no balcão, vocês podem proceder ‘assim e assado’ para não DESCONTINUAREM o tratamento... "Para trabalharem 40 horas, os médicos recebem R$ 9 mil, o salário deve ser ajustado para R$ 9.800, por isso prefiro manter os médicos (que são bons, mas não tem qualificação) trabalhando na cidade, porque muitos não querem trabalhar fixo, buscam por flexibilidade", afirmativa do dr. Tarifa. Bem, nesta fala meio caótica, consigo entender que os médicos contratados ou concursados recebem 9.000,00 o que, convenhamos, NÃO é um mal salário. Há médicos BONS, na opinião do Secretário, mas SEM qualificação (não quero nem pensar o que isso segnifique) em serviço na rede municipal, o que é BOM e portanto preferido pelo Sr. Secretário. E a flexibilidade que os médicos (os bons e sem qualificação) preferem é trabalharem por turnos (diárias?) para várias instituições públicas ou privadas, escolhendo a que dê melhores condições de trabalho e/ou paguem melhor, pleno direito dos profissionais médicos, mas que cria dificuldades para o poder público melhorar seus serviços de saúde, isto é, continuamos esse disparate de um médico falar uma coisa e, na consulta seguinte, OUTRO médico desfazer tudo, receitando OUTRO tratamento. É o pouco que sei e que, expressando, posso colaborar. José Sudaia Filho http://blogdosudaia.blogger.com.br

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