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Cada dia mais escassos orelhões são alvo de vandalismo em Taboão

Por Amanda Marques | 25/08/2015

Orelhao

Sandra PereiraOrelhão foi alvo de vandalismo e passou várias semanas antes de ser reposto na rua da Câmara de Taboão

Infelizmente, a depredação de telefones públicos em Taboão da Serra ainda é praticada por vândalos que não respeitam os serviços oferecidos e fazem o cliente da empresa pagar pela reposição dos equipamentos. Um dos exemplos mais recentes ocorreu no último dia 11 de agosto na rua da Câmara Municipal de Taboão da Serra. Um dos orelhões da Empresa Vivo foi totalmente quebrado. A manutenção do orelhão aconteceu no último dia 25, terça-feira, quatorze dias após a queixa de nossa reportagem ao atendimento da empresa de telefonia. Veja vídeo aqui.

O reparo foi feito em menos de dez minutos, o representante da empresa realizou testes de funcionamento e enfim, o telefone foi disponibilizado novamente para o uso da comunidade. 

O telefone público quebrado estava localizado na Rua José Francisco dos Santos, no Jardim Helena, próximo à Câmara Municipal. A rua é muito movimentada em função dos prédios e do comércio local. Apesar de serem cada vez mais escassos os  orelhões, ainda ajudam muitas pessoas que não tem acesso a linhas residenciais ou móveis e até mesmo para pessoas que precisam em determinadas emergências utilizar o serviço. 

Em contato com a empresa responsável pelo orelhão, a Telefônica Vivo, depois de muita insistência por parte da reportagem do Jornal Na Net, informou que para fazer os devidos reparos, seria necessário informar o número do telefone em questão. 

O problema é que o telefone havia sido derrubado, ocasionando certa dificuldade para a visualização do número, o que não foi compreendido pelo serviço de atendimento da empresa. Nesse sentido, houve a solicitação de localizarem portanto, pelo endereço, o que também não foi possível segundo o atendimento Vivo. 

A colaboradora informou que sem o número do telefone não conseguiria direcionar a equipe de técnicos ao endereço. E quando questionada sobre a interrupção dos serviços de telefonia naquele local em função da depredação, ela completou dizendo que infelizmente não havia possibilidade de fazer mais nada. O atendimento da empresa Telefônica Vivo, disse não saber qual o custo dos telefones quebrados. 

Maria Aparecida, moradora de Taboão da Serra, não recarrega o celular com freqüência e em sua rua, há alguns meses atrás, também não era possível fazer uso do telefone público. Conforme o relato de Maria, o orelhão quando não estava quebrado, estava com algum problema de funcionamento técnico.

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