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Deputada Analice fala sobre ações do governo do Estado para o combate da crise hídrica

Por Assessoria de Imprensa | 12/06/2015

analice

Assessoria de Imprensa

A deputada estadual Analice Fernandes, PSDB, usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Estado para falar sobre as ações do governo do Estado para combater a crise hídrica, principalmente na região sudoeste da grande São Paulo.

Segundo a parlamentar o governo tem investido em reservatórios, em novas estações de tratamento, no prolongamento da rede e agora em obras de captação de água do rio São Lourenço que irão dar maior segurança para o sistema Cantareira.

Analice é membro da Comissão de Obras e Infraestrutura, que nesta semana recebeu o presidente da Sabesp, Jerson Kelner para uma audiência onde ele explicou as questões técnicas que envolvem a crise hídrica.

“Importante dizer que esta seca que se abateu sobre toda a região sudoeste do Brasil, não acontecia há mais de 50 anos. Os críticos falam que faltou planejamento, acontece que em relatórios técnicos aprovados e publicados pela Sabesp, em 2013, não era possível prever a seca”, afirmou a deputada Analice. 

Segundo o presidente Jerson, se a Sabesp tivesse investido antes, com certeza teria sido criticada, porque não haveria motivação técnica para a ação. “Quando você investe em um lugar, tira dinheiro de outro”, advertiu o presidente durante a Comissão.

Reservatórios são entregues por Alckmin em Itapecerica da Serra

Mais de 160 mil pessoas em Itapecerica da Serra estão sendo beneficiadas com os dois novos reservatórios metálicos de água construídos pela Sabesp. Ambos têm capacidade para armazenar 11 milhões de litros foram investidos R$ 8,9 milhões para a conclusão das duas obras. O reservatório Campestre, com capacidade de 5 milhões de litros de água, que duplica a reserva já existente para a região, beneficia aproximadamente 105 mil moradores que vivem no entorno. O outro é o Jacira, com capacidade de armazenamento de 6 milhões de litros de água, capaz de abastecer cerca de 60 mil pessoas. 

Para a deputada estadual Analice Fernandes os reservatórios aumentam a infraestrutura da cidade, e dão mais segurança ao sistema de distribuição de água. “Lutamos há anos, para melhorar o abastecimento de água da cidade, principalmente do Jacira, que vem sendo muito prejudicado”, afirma Analice. 

O reservatório Jacira é do tipo “flex” e segue o princípio de integração de Sistemas de Abastecimento na Região Metropolitana, sendo ligado a três estações de produção de água. Assim, pode receber a água tratada do Sistema Guarapiranga, proveniente da Estação de Tratamento Rodolfo José da Costa e Silva (em Santo Amaro), do Sistema Alto Cotia (em Cotia) e do Sistema Capivari (ETA Embu-Guaçu).Estão em andamento outras obras de melhoria para o abastecimento de água do município e para a redução de perdas. Um terceiro reservatório está em construção, o Itapecerica – Centro, com capacidade para mais 2,5 milhões de litros. Estas obras fazem parte da instalação de 29 reservatórios metálicos, em 16 cidades da Região Metropolitana de São Paulo, que garantirão melhorias na segurança no abastecimento.

As obras do Sistema Produtor de Água São Lourenço seguem a todo vapor. O futuro sistema vai permitir a captação de 4,7 mil l/s (litros por segundo) de água, volume suficiente para atender 1,5 milhão de moradores dos municípios de Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Santana de Parnaíba e Vargem Grande Paulista. Desse total, cerca de 1,1 milhão são abastecidos pelo A captação do São Lourenço acontece na represa Cachoeira do França, em Ibiúna. Serão instalados 83 km de adutoras (grandes tubulações), incluindo um túnel de 1.100 metros pela serra e uma passagem por baixo da Rodovia Raposo Tavares. Foram assentados mais de três mil metros de adutoras nos municípios de Ibiúna, Barueri e Carapicuíba. A previsão é entregar 26 quilômetros de adutoras até dezembro deste ano. A PPP (Parceria Público-Privada) São Lourenço é uma parceria das construtoras Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa e terá investimento de R$ 2,21 bilhões, em troca da operação do sistema por 25 anos.

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