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Após assembleia, professores da rede estadual mantem a greve na região e em toda SP

Por Direto da Redação do Jornal na Net | 12/04/2015

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DivulgaçãoA greve dos professores acontece desde o dia 13 de março em toda cidade 

A greve dos professores da rede estadual de São Paulo que já dura um mês segue sem acordos e apos passeata na sexta-feira, dia 10, optaram pela manutenção da greve. "A assembleia decidiu, praticamente por unanimidade: a greve continua", afirma Izabel Noronha, conhecida como Bebel, presidente da Apeoesp, sindicato que representa a categoria. As escolas de Itapecerica, Taboão e Embu das Artes estão com as aulas prejudicadas e os professores em busca de reajuste salarial e melhores condições de trabalho. 

Na última semana líderes políticos juntamente com professores estiveram nas câmaras municipais da região e pediram apoio dos vereadores para fortalecer a categoria. Em Itapecerica da Serra três dos vereadores que também são professores manifestaram apoio a causa e em Embu das Artes, uma moção de aplausos foi feita em apoio. Além disso, os presidentes das duas câmaras abriram espaço após o término da sessão para que os professores pudessem expor suas ideias. Um dos grandes idealizadores e militante da causa é o ex-vereador Profº Toninho. 

Cerca de 60% dos profissionais da educação estão em greve e buscam a atenção do poder público com as reivindicações de aumento de 75,33% para equiparação salarial com as demais categorias com formação de nível superior, rumo ao piso do Dieese para PEB I com jornada de 20 horas semanais de trabalho; pela implantação da jornada do piso; nova forma de contratação dos professores temporários, com garantia de direitos, sem “quarentena” ou “duzentena”, fim do fechamento de classes; imediato desmembramento das salas superlotadas; fim do assédio moral, dentre outras questões.  

O sindicato anunciou que haverá mais uma assembleia na próxima sexta-feira, dia 17, no Vão Livre do Masp, na avenida Paulista. O objetivo do sindicato que na manifestação marcada para a sexta-feira, que eles fechem a avenida 23 de maio, uma das principais ligações entre a zona sul da capital com o centro e a zona norte. 

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