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Greve dos garis continua e equipes da prefeitura de Taboão fazem trabalho emergencial

Por Direto da Redação do Jornal na Net | 27/03/2015

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Fernando Fernandes Equipes da prefeitura de Taboão da Serra recolhem lixos das ruas do município 

Os garis estão em greve na região desde a segunda-feira, dia 23, e o caos que ficou alguns pontos de Taboão da Serra e Embu das Artes virou alvo de crítica dos moradores. Sem acordo, os coletores de lixo e varredores não realizam o trabalho em 100% do município. Em declaração feita na rede social facebook, o prefeito Fernando Fernandes afirmou que devido a gravidade as equipes da Secretaria de Manutenção está realizando a limpeza das principais vias da cidade. 

"Estamos tentando amenizar a situação em nossa cidade e para isso a Secretaria de Manutenção tem realizado a limpeza e coleta em algumas das principais vias do município. Disponibilizamos nossos servidores municipais, veículos e máquinas para que os taboanenses não sejam tão prejudicados com a reivindicação que atinge o estado de São Paulo", disse o comentário do prefeito. 

Além disso, outra questão levantada foi o não pagamento para a empresa Cavo, responsável pela limpeza pública de Taboão da Serra e na mesma nota o prefeito ressalta que tudo está em dia, "...os pagamentos à referida empresa estão rigorosamente em dia", escreveu. 

Em Embu das Artes ainda com deficiência no serviço mas os trabalhadores que não aderiram a grave realizam o serviço de limpeza e coleta de lixo no município. Na cidade turística a coleta é feita pela empresa Enob e de acordo com informações no primeiro dia de paralisação foram 70% dos bairros prejudicados e de forma gradual os trabalhos são feitos. 

Em determinação, o Tribunal Regional do Trabalho defendeu que o serviço de limpeza pública é essencial e solicitou ao Selur, que 70% da operação possa ser mantida, 100% dos serviços de aterros sanitários e coleta hospitalar, sob a multa diária de 100 mil reais. O sindicato acatou a decisão e permanece com as exigências necessárias.

O Sindicato das Empresas Urbanas de São Paulo (Selur) propôs um aumento de 11,73%, e em contrapartida a proposta feita foi de reajuste salarial de 7,68%. A Federação dos Trabalhadores em Serviços, Asseio e Conservação Ambiental, Urbana e Áreas Verdes do Estado de São Paulo (Femaco) declarou que as negociações feitas no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), não foram positivas e a audiência terminou sem acordo das partes envolvidas. 



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