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FF diz que desenvolvimento econômico é o grande desafio de Taboão da Serra

Por Sandra Pereira | 26/02/2015

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Sandra PereiraFernando Fernandes discursa na sessão solene pelos 56 anos de Taboão 

O desenvolvimento econômico é o maior desafio de Taboão da Serra na perspectiva do prefeito Fernando Fernandes. Ele disse estar preocupado com a  queda de receita do governo federal que vai afetar diretamente as cidades brasileiras. Afirmou que com a redução na arrecadação as cidades vão enfrentar dificuldades e salientou que obras como o Poupatempo são catalizadoras de desenvolvimento na região e por conta disso devem ser prioridade. Durante a sessão solene em comemoração ao aniversário de 56 anos do município o prefeito lembrou que mora na cidade há 37 anos e nesse período vivenciou uma verdadeira transformação da cidade.

“O nosso maior desafio é sempre o desenvolvimento, todo mundo fala da área social que é uma realidade. A área social é a área mais importante, mas não tem social sem o desenvolvimento, sem arrecadação. Se você não gerar o desenvolvimento adequado para a cidade, para que ela cresça, para que ela gere riquezas suficientes para que você possa investir no social isso acaba não acontecendo”, afirmou o prefeito à imprensa.

O prefeito lembra que no cenário nacional 2015 é visto como um ano de baixa arrecadação. Lembra que o problema não  é um fenômeno isolado de Taboão da Serra.

“O  Brasil atravessa uma crise. A queda de arrecadação que o governo federal está enfrentando se  reflete nos municípios. Em Taboão posso adiantar que nos dois primeiros meses desse ano já estamos prevendo uma queda na arrecadação de 5 milhões. Tudo indica que teremos um ano muito difícil. O governo federal está encontrando dificuldades muito grandes, nós temos ai um prenúncio de PIB negativo que significa recessão e isso atrapalha nossa arrecadação. Então, temos que nos preparar para esse cenário horrível”, antecipa.

Apesar do cenário atual não ser dos melhores o prefeito diz que Taboão vive outro momento em sua história. Ele lembra que em  1978 quando chegou ao Pirajussara, a Kizaemon tinha acabado de ser asfaltada.

 “Nesses 37 anos  vi que Taboão se transformou. Foram muitas conquistas, avanços em cada época. Quando fui regional do Pirajussara o problema era para ter uma moto niveladora para passar na rua na época de chuva. Agora a região tem o Poupatempo que eu enxergo além do serviço prestado. Vejo como  um catalizador de desenvolvimento para aquela região que vai gerar emprego, vai gerar riqueza, e ai a prefeitura arrecadando mais vai poder enfrentar com mais recursos os problemas sociais da cidade”, analisa.

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